segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Cuidando dos corações brasileiros


É importante lembrar que todo o dia é dia de se cuidar bem. Principalmente para manter a saúde do seu coração .
Algumas dicas como comer legumes e verduras, fazer exercícios regularmente e não fumar são valiosas para assegurar vida longa a esse nosso bravo companheiro. A GE Healthcare também ajuda a cuidar do nosso coração pois possui o portfólio mais completo de tecnologias para a área de cardiologia.
Essas soluções podem ser vistas a partir de hoje no Congresso Brasileiro de Cardiologia, que acontece até o dia 17 de setembro, em Recife (PE).
Entre elas, tecnologias como os eletrocardiógrafos da linha MAC, que analisam e interpretam as atividades do coração, auxiliando no diagnóstico de problemas cardíacos. Alémdo sistema Case, que mensura e interpreta os efeitos do teste de esforço cardíaco, e a solução de alta performance para revisão e análise de arritmias, o Mars V8.
Eletrocardiógrafo da linha MAC
No segmento de ultrassom, a GE Healthcare leva a linha Vivid de ecocardiografia, com o novo transdutor transesofágico 4D, que possibilita a visualização de detalhes em imagens cardíacas tridimensionais em tempo real.
O Ultrassom Vivid E9 em uso.
Com todos esses equipamentos, a GE busca contribuir cada vez mais para um diagnóstico de doenças cada vez mais precoce e preciso, e atingir um maior número de pessoas, com um custo reduzido.

Mamografia sem fronteiras


A missão era levar o exame de mamografia para as mulheres de São Sebastião da Boa Vista, uma Ilha do Arquipélago de Marajó, no Estado do Pará, onde residem aproximadamente 20 mil pessoas.

Mulher aguarda para fazer exame de mamografia

O mamógrafo Performa, fabricado pela GE e adquirido pela OSCIP Américas Amigas, saiu de Belém, no Navio Auxiliar Pará da Marinha do Brasil e viajou por quase um dia, pelo rio Pará. Ao chegar no local, a embarcação ficou três dias ancorada. Nesse período, cerca de 40 mulheres fizeram exames de mamografia, muitas delas pela primeira vez na vida. Carla Omoto, Gerente de Produto da GE Healthcare acompanhou a missão. Ela conta que a primeira paciente atendida na comunidade foi uma mulher de 72 anos que nunca havia feito uma mamografia na vida.“A chegada do mamógrafo na comunidade de São Sebastião da Boa Vista levou acesso à mamografia. Muitas moradoras do local fizeram pela primeira vez este exame que é fundamental para garantir um diagnóstico precoce de doenças como o câncer de mama”, disse Carla.



População feminina de São Sebastião da Boa Vista recebe instruções de como evitar o câncer de mama.Ela, que trabalhou por 10 anos como enfermeira chefe da Fundação Pró-Sangue Hemocentro de São Paulo, acabou revivendo os tempos em que atuava na linha de frente da saúde. “Acabei ajudando no atendimento de quem chegava para fazer o exame para agilizar a liberação dos resultados. Neste projeto, é fundamental que todas as mulheres saíam do local com o resultado do médico em mãos. Vi no olhar daquelas mulheres a satisfação de estarem sendo cuidadas, de estarem recebendo atenção”, completou Carla.


Mamógrafo Performa da GE Healthcare. Equipamento ajuda a cuidar da saúde das mulheres da comunidade de São Sebastião da Boa Vista (PA)A chegada do mamógrafo na Comunidade de São Sebastião da Boa Vista foi uma iniciativa da OSCIP Américas Amigas e a Marinha do Brasil. A GE participou fornecendo o equipamento a preço de custo e ofereceu todo suporte técnico durante a missão, enviando um técnico em equipamentos, que fez a manutenção do mamógrafo antes da saída do navio que aconteceu no final do mês de Julho desse ano.

Energia que vem da lua


Phill Scott, gerente de negócios na GE Power Conversion, não vê a lua como algo romântico: ele enxerga megawatts. É isso mesmo! Duas vezes ao dia, como um relógio, a lua influencia as marés aqui na Terra. Para Scott, essa movimentação da água é uma fonte de energia. “Algumas marés na costa do Reino Unido geram um deslocamento de água de até sete metros por segundo”, explica. “É uma força da natureza, pedindo para ser transformada em energia.”
A GE apostou nessa transformação e instalou as primeiras turbinas de maré no leito do mar, próximo às ilhas Orkney, no Reino Unido. Esses equipamentos são compostos de hélices submarinas que se parecem com as de um motor de navio, e utilizam turbinas adaptadas da tecnologia eólica.
As estruturas foram colocadas em pontos estratégicos, onde há maior movimentação de água e, nesse teste, geraram mais de 15 megawatts-hora de energia. A larga experiência em turbinas eólicas foi fundamental para colocar a GE na dianteira dessa iniciativa submarina.
Os engenheiros da GE estimam que o potencial das marés no Reino Unido seja de 25 a 30 gigawatts – o suficiente para suprir em torno de 12% da demanda energética dessa região. Scott vai além e acredita que, nos próximos cinco anos, haverá um volume significativo de turbinas de maré conectadas à rede elétrica no Reino Unido, EUA, Coréia do Sul, China, Austrália e Brasil.
Da próxima vez que você admirar a lua, lembre que nela não há somente romantismo, mas também os megawatts que não saem da visão do Scott.

Inovar para o cidadão


Um sistema de monitoramento moderno e inovador está no ar nas ruas do Rio de Janeiro para ajudar a melhorar a qualidade de vida da população. Desde 2010, a Cidade Maravilhosa dispõe de 670 câmeras espalhados em locais públicos que estão integradas a serviços de segurança como bombeiros, trânsito, defesa civil e emergências médicas.
Se acontece um acidente de trânsito, por exemplo, fica mais fácil localizar a ocorrência e acionar as equipes que prestarão socorro. Esse projeto foi reconhecido como modelo para o país e recebeu a premiação máxima da quarta edição do Prêmio Prefeito Inovador, que tem patrocínio da GE do Brasil.
“É uma grande satisfação para a GE apoiar um prêmio que visa reconhecer iniciativas que melhorem a qualidade de vida da população. A GE tem a inovação no seu DNA e estamos focados em apoiar soluções inovadoras que ajudem a resolver os desafios de infraestrutura no país”, disse Adriana Machado, Presidente & CEO da GE do Brasil.
O prêmio foi criado há quatro anos para reconhecer prefeituras que adotam bons modelos de gestão e apostam na transparência da administração pública. No último dia 6, foram anunciadas as cidades vencedoras em quatro categorias, de um total de 54 municípios inscritos.

Piratuba (SC) apostou na inclusão digital para melhorar os resultados na educação, com atividades interativas e internet para toda a população. Com a ideia, levou o prêmio na categoria para munícípios de até 25 mil habitantes. Santana de Parnaíba (SP) venceu na categoria de 25 a 200 mil habitantes, também investindo em informatização para melhorar o atendimento nas áreas de saúde, educação e meio ambiente.
Indaiatuba (SP) ganhou entre municípios de 200 a 500 mil habitantes com o projeto “ Ler Faz Bem”, que propõe a confecção de livros virtuais de forma colaborativa, numa espécie de Wikipedia literária. Por fim, voltando ao “Big Brother”, o Rio de Janeiro foi declarado vencedor nacional da premiação pelo conjunto de soluções inovadoras pela segurança.
Parabéns a essas cidades, que ganharam serviços públicos que trazem mais bem-estar e qualidade de vida a seus moradores.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

O tomógrafo divertido


Conheça o tomógrafo humanizado do Hospital Municipal Jesus no Rio de Janeiro. O espaço chamado de Aquário Carioca foi criado pelo cenógrafo Gringo Cardia (segundo a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro) que transforma o momento do exame em uma experiência submarina composta pela decoração, sons e luzes.



O Projeto Adventure Series da GE Healthcare, criado pelo designer Doug Dietz teve como objetivo, mais do que justo, na elaboração do espaço a redução no uso de sedativos nas crianças e adolescentes.



É impressionante como pouquíssimos hospitais pediátricos abraçam iniciativas como a do Hospital Municipal Jesus. Especialistas afirmam que o volume de traumas de hospitais, tratamentos e procedimentos poderia cair de forma significativa.




quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Os desafios do pré-sal!

Uma entrevista exclusiva realizada com Eduardo Berkovitz, Diretor do Comitê de Petróleo e Gás da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), fala dos desafios que o Brasil tem pela frente para explorar o Petróleo e o Gás que estão na camada do pré-sal, situada nas bacias de Santos (SP), Campos (RJ) e Espírito Santo (ES).
Berkovitz será moderador do painel “Os desafios do Pré-sal” durante o evento + Brasil, promovido pela GE, que acontece neste mês em São Paulo. Neste painel, especialistas da área de Petróleo e Gás discutirão as soluções para superar os desafios que o País tem daqui pra frente no setor.
 
Confira a entrevista:
 
Segundo a ANP, o Brasil será responsável pela produção de 5% do petróleo mundial até 2020, principalmente por conta do pré-sal. Como o País está se organizando para fazer esta extração?
Berkovitz: O Brasil está se estruturando para esse salto. Sair de uma produção de cerca de 2,1 milhões de barris de petróleo por dia para uma meta de 4 milhões, até 2020, exigirá um grande esforço empresarial. Um grande desafio é atender aos compromissos de aumento de conteúdo local, que significa maximizar a produção de bens e potencializar a oferta de mais serviços no Brasil. Consequentemente haverá a necessidade de incrementar a cadeia de fornecedores no País, que pode ser feita com aumento da produção de quem já está no mercado ou atrair empresas para que venham a se instalar no Brasil. A engenharia brasileira tem que estar pronta para atender os projetos nacionais. Os profissionais têm que estar treinados e capacitadas para esse desafio. Lembrando que tudo isso tem que ser feito sempre observando os compromissos de prazo, preço, qualidade e sutentabilidade, para que nossa indústria seja competitiva globalmente.
 
Quais são os principais desafios que o Brasil precisa superar para explorar o pré-sal de forma eficiente?
Berkovitz: Acredito que a palavra chave é competitividade. Temos que desenvolver uma indústria capaz de competir globalmente. Nossos profissionais têm que ser treinados e capacitados. A tecnologia de ponta tem que ser uma constante no mercado brasileiro. Nossos desafios para reduzir a carga tributária precisam ser enfrentados e resolvidos. É necessário encarar todos esses desafios como oportunidades de introduzirmos as melhorias necessárias de infraestrutura para que o Brasil possa ser mais eficiente em toda a cadeia de produção do Pré-sal.
 
Qual o papel da inovação na superação desses desafios?
Berkovitz:A inovaçãosempre esteve associada ao mundo do petróleo. É mandatória sua presença entre os participantes dessa cadeia produtiva. Veja a história da exploração offshore. Agora, com a nova fronteira de descoberta do pré-sal, também não será diferente. Inovar em produtos, soluções e serviços para o setor de Petróleo e Gás será fundamental para superar os desafios dessa exploração.

domingo, 4 de novembro de 2012

Rede Inteligente

Ninguém gosta de ficar sem luz em casa. Se depender da GE, isso será cada vez mais raro, graças ao Sistema de Monitoramento Inteligente de Linhas Multilin™, da GE Energy Management, que acaba de chegar ao Brasil. A partir de diferentes tecnologias – como as de transmissão de informações wireless, previsão do tempo, sincronismo por satélite e monitoramento de dados em tempo real – é possível garantir que não falte energia.
Vamos explicar melhor. Atualmente, as distribuidoras de energia brasileiras têm poucas formas de detectar rapidamente uma falha na rede de transmissão. O Sistema de Monitoramento Multilin™ resolve esse problema usando três tecnologias. Duas delas, funcionam juntas: um sensor e um software de monitoramento.
O sensor (chamado de FMC-T6) é instalado entre postes, torres e cabos, e monitora tudo que está acontecendo na rede. Se há alguma interrupção de energia, ele envia dados por wireless para a concessionária. Esses dados são lidos por um software (o T-NET), que fica na central de monitoramento da concessionária e “enxerga” na hora onde está o problema.


Multilin da GE combina diferentes tecnologicas para evitar que falte luz na sua casa


Com isso, é só mandar uma equipe de manutenção para resolver a falha. Esse sistema pode reduzir em algumas horas a identificação e a resolução de uma interrupção na rede de transmissão ou distribuição.
A terceira tecnologia do Multilin™ é o Weather Station, um aparelho que também fica entre postes e torres, captura informações meteorológicas (temperatura, umidade, velocidade e direção do vento) e as envia para o sistema. Dessa forma, é possível prever se determinada área estará sujeita a interrupções causadas por tempestades, raios ou rajadas de vento.

Muito Rosa!


 
A vaquinha aí da foto, foi um presente da GE Healthcare para o Hospital do Câncer de Barretos (SP), obra do artista Juvenal Irene. Ela ganhará um nome que será escolhido entre sugestões feitas pelos fãs da página da GE do Brasil no Facebook e também por funcionários e pacientes do hospital. Você poderá ver qual foi escolhido na página da GE no Facebook.
O mascote ficará na memória como uma das diversas ações realizadas pela GE do Brasil na campanha global pela saúde da mulher, em 2012. Além dela, outros perfis nas redes sociais se engajaram na campanha, os funcionários posaram para fotos fazendo laços humanos, patrocinamos junto com a Danone uma corrida em prol da saúde dos ossos.
No mês de Outubro foi o mês do Rosa e com a certeza a GE continuará a trabalhar pela prevenção ao câncer de mama, osteoporose, e outras doenças de ocasionam em maioria das mulheres, seja oferecendo equipamentos médicos que ajudam a salvar vidas, seja fazendo ações para conscientizar a população sobre como prevenir as doenças.

A energia da cerveja


Cervejaria alemã Bitburger Brewery usa motores Jenbacher da GE para produzir energia a partir da água que sobra do processo de fabricação da cerveja.


Tomar aquela cervejinha é uma paixão mundial. Mas, o que talvez muitos dos fãs da bebida não saibam é que, para cada litro de cerveja produzido, são consumidos de dois a três litros de água. Essa sobra, que parece desperdício à primeira vista, vira energia com os motores Jenbacher da GE. Sabe como?
As cervejarias direcionam a água que sobra na fabricação para tratamento em tanques especiais chamados de digestores anaeróbicos. Lá dentro, bactérias se alimentam da levedura e do açúcar contidos na água, produzindo gás metano. Os motores Jenbacher, transformam cerca de 90% desse gás em calor e eletricidade. Essa inovação conquistou fabricantes ao redor do mundo.
Cervejarias dos Estados Unidos, África, Japão e Europa adquiriram esses motores. A Bitburger Brewery, uma das maiores fabricantes de cerveja da Alemanha, comprou sua primeira Jenbacher duas décadas atrás.
Segundo a companhia, um motor Jenbacher instalado em sua matriz cortou 10% do consumo de energia e evitou a emissão de 10.000 toneladas de gás carbônico na atmosfera. Um grande ganho para o meio ambiente e para uma empresa que produziu quase 75 milhões de litros de cerveja, só no ano passado.
Ao todo, a GE já forneceu aproximadamente 2.200 motores Jenbacher para projetos de energia na Alemanha, o que representa mais de 18% de todos os clientes da GE que utilizam este motor no mundo.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Muita energia...

Vamos começar o post de hoje com perguntas: 378 megawatts iluminam quantas casas? Se considerarmos a média de consumo dos brasileiros por unidade, que é 150 watts, a resposta é cerca de 1.8 milhão de residências. Outra pergunta: e um gigawatt? Seguindo a conta anterior, cerca de 4.8 milhões de casas. Esse é apenas um cálculo simples de como a GE vai umentar a parceria para o desenvolvimento do Brasil para fornecimento de energia nas áreas de gás natural e energia eólica.
Os 378 megawatts correspondem ao leilão que a GE venceu para fornecer energia eólica com as turbinas GE 1.6 megawatts. Isso representa 40% do total que foi leiloado pela Agência Nacional de Energia Elétrica. Já um gigawatt, se refere à geração de eletricidade feita por meio das turbinas a gás GE Frame 7FA. O negócio chega ao valor total de US$ 800 milhões. Além disso, a empresa fechou contrato com a brasileira OGX para fornecer equipamentos de perfuração em campos de petróleo para os próximos quatro anos.
 

As turbinas eólicas GE 1.6 megawatt têm um histórico de sucesso global, com mais de 16.500 unidades instaladas em diferentes países.
No final da história, os negócios anunciados chegam, aproximadamente, a US$ 1 Bilhão. Uma boa notícia para a GE Energy e para o Brasil, uma vez que esses contratos materializam cada vez mais a parceria e compromisso com o país.
De acordo com o Ministério das Minas e Energia, o Brasil precisa aumentar sua capacidade de geração de energia elétrica em 50% nos próximos 10 anos.
A previsão é que as turbinas eólicas entrem em funcionamento no primeiro semestre de 2014 e as turbinas a gás têm previsão de iniciar a operação também em 2014. Aliás, só para não esquecer, esse será o ano em que o Brasil estará sediando a Copa do Mundo de futebol.
As turbinas a gás GE Frame 7FA são equipamentos de tecnologia avançada, com mais de 36 milhões de horas de serviços em clientes espalhados pelo mundo. Já as turbinas eólicas GE 1.6 megawatt, também têm um histórico de sucesso global, com mais de 16.500 unidades instaladas em diferentes países.
 

As turbinas a gás GE Frame 7FA, equipamentos de tecnologia avançada, devem entrar em funcionamento em 2014.
Petróleo
Como parte fundamental do acordo com a OGX, a GE fornecerá estruturas submarinas para gabarito de perfuração de poços (“templates” submarinos) e sistemas de reconexão com plataformas fixas, o que permitirá que a OGX tenha total flexibilidade entre os poços pré-perfurados com sondas semissubmersíveis, além de poços perfurados diretamente das plataformas fixas.
Este recurso ajudará a aumentar a produção inicial dos campos de Waimea e Waikiki, maximizando o uso dos poços pré-perfurados. Esta solução tecnológica da GE foi testada e instalada com sucesso em campo, em projetos semelhantes na África Ocidental.

A GE veste rosa

Na manhã da última terça-feira, aproximadamente 50 funcionários da GE se reuniram no terraçode uma das unidades na capital paulista, e, segurando cartazes pink, formaram um Laço Rosa humano. A iniciativa é parte do GE Global Pink Ribbons, que uniu os colaboradores em mais de 40 locais do mundo para formar os laços que simbolizam a campanha de conscientização sobre o câncer de mama durante o Outubro Rosa.
“É uma ação simples que pode ajudar a salvar uma vida. O laço rosa é uma forma de chamar a atenção das pessoas para a prevenção”, disse Carolina Famula, líder de Recursos Humanos da GE Healthcare. Mesmo estando abaixo da idade recomendável para iniciar os cuidados contra o câncer de mama, que é 35 anos, ela está consciente da importância de se prevenir. Todos os anos ela faz check up e não deixa de incluir na sua rotina o autoexame.
Carolina tem razão. A conscientização sobre a importância da prevenção e detecção precoce do câncer de mama ainda é uma questão fundamental de saúde pública. Segundo estimativas do INCA (Instituto Nacional do Câncer), mais de 52 mil novos casos serão registrados no Brasil.
Confira abaixo algumas fotos desta campanha disseminada mundialmente.
                                                                                                      Brasil
                                        
                                                                                                   Ucrânia

domingo, 21 de outubro de 2012

Iluminação sustentável

Hoje em dia, podemos fazer quase tudo pela internet. Conversamos com amigos distantes, pagamos contas, assistimos filmes, vamos às compras, e tudo isso a qualquer hora do dia e em qualquer lugar.
Agora, imagine só o que o inventor da lâmpada comercial e fundador da GE, Thomas Edison, diria de uma feira de iluminação on-line. Com certeza ele visitaria! E você já pode fazer isso. Até dia 14 de setembro, soluções da GE Iluminação estão expostas na segunda Expo Virtual Iluminação Sustentável.
As luminárias Cobrahead Modular, para iluminação pública com LEDs
 
 
 
 
Com poucos cliques, você pode fazer um tour virtual no stand da GE. Lá, você saberá mais detalhes da linha de soluções LED (diodos emissores de luz), como os módulos da família Infusion, as luminarias Cobrahead Modular para iluminação pública e os sistemas LED Lumination, todas com vida média útil de 50 mil horas. Isso significa até 12 horas por dia de uso, todos os dias do ano, por mais de uma década.
 
 
 
 
 
 
 
 
Também estão à disposição dos internautas detalhes sobre as lâmpadas fluorescentes lineares T5, cuja economia de energia pode chegar a 45% sobre as tubulares T8. Menor consumo de energia, significa um planeta mais sustentável.
Continuando o passeio pela feira virtual, ainda verá cases de aplicação das soluções GE no exterior e no Brasil, como o projeto da nova iluminação da Ciclovia Beira Mar, em Florianópolis e como a iluminação dos Jogos Olímpicos de Londres poderá ser aplicada no Brasil em 2016.

Uma bateria “antiapagão”

O Brasil ainda não está totalmente livre de apagões. Recentemente, uma falha no sistema elétrico deixou parte do país às escuras. Problemas como este não acontecem somente aqui. Na cidade de Nairobi, no Quênia, as baterias Durathon, da GE, tem sido uma solução eficaz para evitar os transtornos causados quando a energia falta.
Essas baterias podem durar cerca de nove horas, tempo suficiente até que a rede volte a funcionar. O Adrien Group, que mantém torres de celular em Nairobi, adquiriu 200 baterias Durathon. “Eu não preciso ligar mais os geradores, quando falta energia. Com as baterias, conseguimos garantir 99% do fornecimento sem interrupções”, disse o proprietário do grupo, Bernard Njoroge.

Bateria Durathon
Os antigos geradores eram movidos a diesel e, portanto, mais poluentes. As baterias, por sua vez, são carregadas na própria rede elétrica e servem como “pilhas gigantes”, na hora dos apagões. Com isso, ninguém fica sem falar ao celular na capital queniana, mesmo quando falta energia.
A Durathon é uma bateria industrial, composta por uma química de sódio inovadora, que permite que seja recarregada até 3.500 vezes — dez vezes mais do que uma bateria comum. Outra vantagem é a durabilidade: duas décadas. Além disso, a bateria é atóxica, totalmente reciclável e ocupa metade do espaço de uma bateria convencional.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

GE no topo do ranking

Apresentada em 2010 em Davos, na Suíça, durante o Fórum de Líderes, a 6ª edição do ranking da Corporate Knight foi elaborada a partir das observações de um conselho de 17 especialistas em responsabilidade socioambiental e sustentabilidade, entre os quais o brasileiro Ricardo Young, presidente do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social.
Para chegar às melhores, os especialistas consideraram dez critérios técnicos observados nos relatórios oficiais das empresas, levando em conta variáveis como a emissões de CO2, eficiência energética, pagamento de impostos, a melhor relação entre a remuneração do executivo principal e dos trabalhadores, geração resíduos e a capacidade de inovação.
O ranking é formado por 24 países. O primeiro lugar ficou com o Reino Unido ( 21 empresas listadas), seguido pelos EUA (12), o bloco dos escandinavos (10), Austrália e Canadá (com 9 empresas cada) e Suíça (6).
As três corporações mais sustentáveis foram a General Electric (EUA), a Pacific Gas & Electricity (EUA) e a empresa de logística Tnt Nv (Holanda). Pesou a favor da campeã GE, segundo os coordenadores do ranking, o baixo índice de produção de resíduos, a alta diversidade de gênero nos quadros de funcionários e a eficiência na redução das emissões.
É a primeira vez que empresas brasileiras são classificadas no Top 100. Contou pontos para o Bradesco a excelente relação entre produtividade e emissões de gases de efeito estufa, embora o banco tenha ficado em último lugar no item geração de resíduos, um dos critérios analisados.
Já a Petrobras demonstrou bom desempenho na eficiência energética de sua produção. E sua posição na tabela só não foi melhor graças à baixa diversidade de gênero no conselho de administração: dos oitos membros, apenas a presidente (Dilma Rousseff) é mulher.
Considerada nacionalmente um ícone da sustentabilidade empresarial, a Natura obteve o seu lugar na lista global por causa da clareza de seu relatório, feito rigorosamente sob os critérios do GRI (Global Reporting Initiative), modelo consagrado como o mais completo. Contra si, pesou o fato de não ter presença feminina no conselho de administração.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Biodiesel: Inovação na produção


Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) está desenvolvendo um equipamento para produção contínua de biodiesel a partir do óleo de soja e do etanol. A inovação do trabalho deles permite que o processo de reação química e de separação de produtos para a produção do biocombustível aconteça num único equipamento.
Atualmente, no mercado brasileiro essa produção não é contínua e acontece em equipamentos diferentes. Com este novo equipamento, que ainda é um protótipo, os pesquisadores esperam obter mais eficiência e redução de custos operacionais na hora de se fazer o biodiesel. Esta iniciativa inovadora e sustentável recebeu o Prêmio GE de Incentivo à Pesquisa em Biocombustíveis, entregue durante o COBEQ 2012 (XIX Congresso Brasileiro de Engenharia Química).
O prêmio é uma iniciativa do Centro de Pesquisas Global da GE no Brasil, que fica no Rio de Janeiro. “Ficamos muito felizes em receber o prêmio. Estamos em fase de finalização dos testes com o equipamento. Futuramente vamos patentear a pesquisa e buscar apoio no mercado para produzir o equipamento”, disse Luiz Fernando de Lima Luz Júnior, professor do Departamento de Engenharia Química da UFPR e orientador do trabalho.
O trabalho tem como autores, Lourival José dos Santos, mestre em ciências do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química (PPGEQ – UFPR); os professores Luiz Fernando de Lima Luz Júnior, Marcos Lúcio Corazza e Papa Matar Ndiaye, do Departamento de Engenharia Química e do PPGEQ; Luiz Pereira Ramos, do Departamento de Química da UFPR; Emerson Valt, doutorando em Engenharia Química da Unicamp, além de Maria Regina Wolf Maciel, também professora da Unicamp.
Intitulado “Produção contínua de biodiesel utilizando coluna de destilação reativa” o trabalho vencedor recebeu o apoio da FINEP, do CNPq, da CAPES e da Fundação Araucaria.

domingo, 14 de outubro de 2012

Inovador carregador eólico de carros elétricos

A GE ligou seu carregador de veículos elétricos, o DuraStation, a uma turbina eólica vertical desenvolvida pela empresa Urban Green Energy (UGE), de Nova York. O resultado disso foi o funcionamento do primeiro carregador eólico de veículos elétricos do mundo. O sistema, chamado Sanya Skypump, pode recarregar o Chevy Volt, modelo de carro movido a eletricidade da GM, em apenas quatro horas.
A experiência foi realizada em Londres durante os Jogos Olímpicos, com o objetivo de abastecer uma frota de carros elétricos. Mas você sabe como funciona a inovadora turbina eólica vertical?
O diferencial dela é que ela entra em rotação ao longo do seu próprio eixo dentro de um raio de cinco metros. Ela não gira horizontalmente como as hélices de aviões ou como as pás de uma turbina eólica convencional.
"Esse sistema é parte dos objetivos da GE para oferecer a motoristas e clientes uma gama de soluções flexíveis e de fácil utilização para ajudar a fazer dos veículos elétricos uma realidade prática e cotidiana”, afirma Charles Elazar, diretor de marketing da GE Industrial Solutions, divisão da GE Energy Management.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Tomografia para aviões e carros

A indústria tem procurado adaptar a tecnologia médica como Raios-X e tomografias computadorizadas para olhar dentro de peças industriais com o intuito de achar, por exemplo, rachaduras e falhas locais. Até então, este processo estava sendo lento e difícil devido aos rigores da produção em massa.
Mas agora não mais. Engenheiros da GE aproveitaram os últimos avanços de imagens médicas e fizeram uma máquina de Tomografia Computadorizada que digitaliza uma quantidade razoável de peças críticas usadas na fabricação de carros e aviões, sem diminuir a velocidade da linha de produção. Com esta tecnologia, todas as partes dos motores podem ser testadas.
A equipe aproveitou o poder inovador da alta velocidade das máquinas de tomografia computadorizada em 3D, originalmente desenvolvido para gerar imagens o corpo humano, e conseguiu fazer a inspeção de motores de 100 libras 200 vezes mais rápida que testes tradicionais.
A nova máquina chamada “Speed Scan Atline CT System” parece com o que os pacientes podem encontrar nos hospitais. Ela cria imagens de tomografia, que são ricas em contraste e que revelam aos operadores até mesmo a menor falha.
 
O novo Speed Scan Atline CT System da GEO novo Speed Scan Atline CT System da GE
O novo equipamento inspeciona as peças à velocidade de até um centímetro por segundo. A máquina pega os dados das imagens geradas para avaliação de algoritmos desenvolvidos pela GE. O software reconstrói e analisa cada parte e procura os defeitos. Automaticamente, as falhas encontradas são classificadas.

De olho no espaço

Você sabia que os astronautas costumam ter problemas de visão quando retornam para a Terra? Os motivos ainda são desconhecidos, mas uma possível causa seria a elevada pressão intracranial, provocada pela microgravidade no espaço. Os cientistas do Centro Global de Pesquisas da GE, nos Estados Unidos, estão ajudando a NASA a desvendar esse mistério.
Nessa parceria, os cientistas estão desenvolvendo um ultrassom capaz de produzir em tempo real imagens em 3D, mostrando as potenciais mudanças em toda a estrutura do globo ocular, bem como o seu funcionamento durante a viagem ao espaço.

 
Na maior parte dos sete casos documentados pela NASA, a perda de visão dos astronautas foi temporária, em outros, o problema persistiu. “Até agora foram observadas leves alterações visuais, mas o potencial para danos permanentes preocupa mais em missões de longo prazo, fazendo com que o monitoramento em tempo real no espaço seja crucial para que a NASA possa avaliar possíveis tratamentos”, afirma Aaron Dentinger, engenheiro elétrico no Laboratório de Sistemas de Ultrassom do Centro de Pesquisas Global da GE.
Não é a primeira vez que uma tecnologia desenvolvida pela GE é usada por astronautas. Há um ano, um sistema de ultrassom cardiovascular o Vivid 9 foi entregue na Estação Espacial Internacional (ISS). O Vivid9 está disponível no mercado, inclusive o brasileiro, e cientistas da GE acreditam que ele também poderá ser usado para ajudar a detectar a causa das alterações de visão dos astronautas. O desenvolvimento do novo equipamento, porém, deve durar mais três anos. A GE fica na torcida para que esse mistério chegue ao fim.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Calor Verde

Em janeiro desse ano, Engenheiros da GE Oil & Gas, divisão da GE Energy, desenvolveram uma tecnologia inovadora para produzir energia elétrica adicional a partir do calor gerado pelo ciclo natural de turbinas a gás.A nova tecnologia da GE, chamada de ORegen, não necessita de nenhuma fonte de energia adicional para funcionar e não emite nenhum gás que agrava o efeito estufa, como o CO2, por exemplo.

Quando conectado a turbinas a gás da GE, o sistema ORegen pode reduzir o consumo de energia em até 25%, o que evita a emissão de mais de 38.000 toneladas métricas de CO2 na atmosfera por ano. Isso equivale a tirar de circulação aproximadamente 14 mil carros.
A GE anunciou que o primeiro sistema ORegen será instalado em Whitecourt, no Canadá. O projeto vai gerar 14 megawatts de eletricidade adicional, quantidade suficiente para abastecer 14 mil casas por um ano. Ele está programado para entrar em linha até 2013.
Outros geradores de energia, como gás combinado e usinas de energia a vapor utilizam o calor residual para produzir mais eletricidade. Mas ORegen é único, porque também não precisa de água para operar.
Os engenheiros calculam que funcionando por mais de 8.500 horas por ano, esse sistema operacional poderá gerar a mesma quantidade de energia que um sistema de ciclo combinado convencional enquanto economiza o volume de água equivalente a quatro piscinas olímpicas por ano.


Energia nuclear: Solução ou problema?

Basicamente, energia nuclear é a energia liberada em processos de transformação de núcleos atômicos. Para a geração de energia elétrica, por exemplo, o calor emitido nessa reação aquece água até se tornar vapor, movimentando assim um turbogerador. Ela pode acontecer de maneira controlada em reator de uma usina nuclear ou de maneira descontrolada em uma bomba atômica.

Países como os Estados Unidos e o Japão têm uma crescente demanda por esse tipo de energia e, pensando nesses mercados, a GE e a Hitachi estão com planos de aumentar suas parcerias em energia nuclear para suprir esta demanda. A meta das duas empresas é a de obter encomendas de pelo menos 38 reatores nucleares globalmente até 2030.

Após desastres como os de Chernobyl e Fukushima, muitas pessoas apresentam grande resistência à energia nuclear, então resolvemos mostrar aqui no blog os pontos positivos e negativos dela.


Vantagens:
  • Não utiliza combustíveis fósseis
  • Não gera gases de efeito estufa
  • Imune às alterações climáticas
  • Boa parte do combustível utilizado é reprocessado
  • Gera elementos como o Plutônio, que tem grande valor estratégico científico.
Desvantagens:

  • Gera resíduos radioativos, altamente nocivos à saúde humana
  • Perigo aos funcionários expostos aos materiais
  • Histórico de grandes acidentes nucleares
  • Medo da compra de materiais radioativos por terroristas
  • Geração de gases de estufa na produção de insumos
Alguns ecologistas tem defendido a energia nuclear como uma forma de energia mais "limpa" devido ao seu reaproveitamento. Outros não acreditem que seja válido correr os riscos de outros desastres nucleares como os citados. Enquanto isso, empresas como a GE e a Hitachi seguem investindo nesse tipo de tecnologia. Quem está certo?

Com informações do Valor Online e Wikipédia.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Outubro Rosa

Tudo começou numa corrida, chamada corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990, onde os participantes receberam um laço rosa. Ele simbolizava a luta contra o câncer de mama. A iniciativa, liderada pela Fundação Susan G. Komen for the Cure, ganhou o mundo e transformou-se no Outubro Rosa. A GE convida a todos, sejam mulheres ou não, para mais uma edição dessa corrente que começou, mundialmente, em 1º de outubro.
Durante todo este mês haverá uma série de ações com os funcionários GE nas Unidades no Brasil pela conscientização e prevenção do câncer de mama.
Mundialmente, a GE investe mais de US$ 1 bilhão em pesquisas relacionadas à luta contra o câncer. Aqui no Brasil, são produzidos  mamógrafos na fábrica da GE Healthcare, em Contagem (MG).
São equipamentos de última geração usados em hospitais brasileiros, como o Hospital Santa Marcelina, na cidade de São Paulo, que recebeu a doação do 1º mamógrafo da GE produzido no Brasil, em parceria com a OSCIP Américas Amigas e hoje realiza cerca de 1.000 mamografias por mês.
Fazer a mamografia ainda é um dos melhores métodos para prevenção e diagnóstico precoce do câncer. Além disso, ter uma alimentação saudável e fazer atividades físicas regularmente são atitudes que ajudam a evitar o câncer de mama. Infelizmente, segundo informações do Instituto Nacional do Câncer (INCA), este é o segundo tipo mais frequente de câncer no mundo e o mais comum entre as mulheres.
Essa realidade é preocupante, mas juntos podemos mudá-la. Acompanhe as ações no Outubro Rosa aqui no blog ou na pagina da GE: www.ge.com/br

domingo, 30 de setembro de 2012

Futuro energético sustentável

Em agosto de 2011, partiu do México o primeiro voo comercial transcontinental usando biocombustível em uma turbina GE 90.

É um avanço sem precedentes na aviação mundial. O avião, um Boeing 777-200ER da empresa Aeroméxico, partiu da Cidade do México com 250 passageiros rumo a Madri, na Espanha. A aeronave viajou abastecida com 26 mil litros de biocombustível contendo uma mistura de 25% de bioquerosene parafínico sintético (BioKPS), produzido a partir da planta Jatropha Curcas, e os outros 75% do tradicional combustível para jatos.

O motor GE 90 é um produto ecomagination, a plataforma de negócios que tem como compromisso criar soluções inovadoras para proteger o meio ambiente e, ao mesmo tempo, promover o crescimento e desenvolvimento da GE e das comunidades onde está inserida.


A Turbina GE 90
Segundo Gabriela Hernández, Diretora-Geral e Presidente da GE no México esta é definitivamente uma mudança importante para um futuro energético sustentável e a empresa se sente orgulhosa de ser parceira estratégica do Governo do México, da Aeroméxico e da Boeing para continuar a contribuir para o desenvolvimento de fontes alternativas de energia.

Um vôo com o biocombustível BioKPS reduz a emissão de CO2 na atmosfera. O processo de produção do BioKPS envolveu o governo do Estado de Chiapas como um dos principais doadores da matéria-prima, bem como a United Oil Products, uma empresa da Honeywell, que executou o processo para refinar a semente da planta Jatropha Curcas.

Esse voo aconteceu um mês após a regulamentação D7566-11 da Sociedade Americana de Testes de Materiais, que permite o uso de combustível renovável em uma proporção de até 50% do combustível tradicional.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

GE: Comprometimento com uma América Latina sustentável e inclusiva


O World Economic Forum (WEF) na América Latina 2011, que aconteceu no Rio de Janeiro, deu continuidade à sua programação de encontros e discussões. O destaque ocorreu por conta da plenária “Realizando o Crescimento Econômico Inclusivo”, que teve a participação de Reinaldo Garcia, Presidente & CEO da GE América Latina.

Nesta mesma plenária estiverem presentes Luciano Coutinho, Presidente do BNDES; Felipe Kast Sommmerhoof, Ministro do Planejamento e Cooperação do Chile; Willian R. Rhodes, Conselheiro Senior para World Economic Forum na América Latina; Jyotiraditya M. Scindia, Ministro de Estado para Comércio e Indústria da India e Jorge Luiz Abrahão, Presidente do Instituto Ethos.

A discussão da plenária girou em torno dos desafios que a América Latina tem pela frente para manter o crescimento econômico registrado nos últimos anos e, ao mesmo tempo, incluir todas as classes sociais nesse crescimento. O desenvolvimento sustentável, com preservação dos recursos naturais, também foi foco do debate.

Reinaldo Garcia destacou o papel da GE no desenvolvimento da América Latina, ao longo desses mais de 100 anos de presença na região: “A GE tem sido e será, cada vez mais, uma parceira estratégica dos países latino-americanos para crescimento sustentável da região, ajudando a desenvolver soluções nas áreas de energia, transporte, saúde e aviação.” Além disso, ele mencionou a escolha do Rio de Janeiro para a construção do quinto Centro de Pesquisas Global da GE como um grande sinalizador do compromisso com a América Latina.
Reinaldo Garcia, Presidente & CEO GE América Latina, discursa durante jantar Noites Cariocas.

Com participação ativa de todos os outros membros da plenária, o evento foi encerrado com a certeza de que governos, empresas, entidades da sociedade civil e todos os cidadãos têm enormes oportunidade de cooperação pela frente. E que, só dessa forma, se conseguirá garantir um crescimento inclusivo e sustentável para a América Latina.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Uma alternativa para o querosene na aviação civil

Dentre as novas tecnologias apresentadas durante a Rio+20, uma que ganhou destaque, ganhando inclusive o apoio de organizações como a WWF Brasil, é o desenvolvimento de um biocombustível para o setor de aviação. O processo industrial desenvolvido pela Amyris resulta num combustível que pode reduzir em até 82% as emissões de gases dos vôos domésticos.

De acordo com dados da WWF, a aviação comercial é responsável por 2% das emissões globais de gases que aumentam o efeito estufa e estão aquecendo o planeta. Só os aeroportos do estado de São Paulo consumiram 2,8 bilhões de litros de querosene no ano passado.

O projeto tem o apoio de empresas como a GE, Ícone, Boeing, Embraer e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A cana, matéria-prima do combustível, está sendo plantada no interior de São Paulo. Essa tecnologia, inclusive, é a primeira das alternativas para o querosene entre as apresentadas que deriva da cana.

No dia seguinte a apresentação do projeto, aconteceu o primeiro voo de demonstração com o novo combustível, partindo de Campinas rumo ao Rio de Janeiro, pela Azul Linhas Aéreas. Importante destacar que o processo transforma a cana-de-açúcar em um composto com características semelhantes as do querosene. Isso é necessário para evitar a mudança das turbinas em uso, algo que seria extremamente caro. Esses motores têm vida útil de até 60 anos.

O novo combustível ainda não está disponível em escala comercial, mas o Terceiro Setor acredita que esta produção ocorrerá em maior escala em breve já que o país tem um grande potencial na plantação da cana-de-açúcar.


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Mãos à obra

Madeira, pregos, martelos, parafusos, corações aquecidos e muita boa vontade foram as principais “ferramentas” usadas pelos 63 empregados voluntários da GE durante a participação em mais uma ação social da ONG Um Teto para meu País – Brasil. Esse grupo de voluntários ajudou, na construção de três casas para famílias de baixa renda, no bairro Colinas, em Osasco (SP).

Este tipo de moradia é emergencial e tem durabilidade de cinco anos. O objetivo é fornecer uma estrutura temporária até que as famílias criem condições de construírem uma casa definitiva. Ela é usada principalmente para socorrer pessoas que perdem casas em situação de catástrofes naturais, como enchentes, furacões e terremotos, e também, para casos onde as famílias moram em situação de risco, como encostas de morros ou em casas sem condições mínimas de habitação.
Exemplo de casa construída pela força do voluntariado.
A ONG Um teto para meu País foi fundada em 1997 por um grupo de universitários, no Chile. No Brasil, ela chegou em 2006. De lá pra cá, já foram construídas 485 casas para famílias de baixa renda nos municípios de Guarulhos, Suzano, São Paulo, Itapeva, Taboão da Serra, São Vicente, Osasco e Carapicuíba. Durante este período, 6 mil voluntários participaram dessas construções.
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Apoio da GE.
A GE no Brasil está apoiando este projeto desde 2009. Este ano, além da força dos voluntários, ela financiou o material de seis moradias. No mesmo final de semana, em que os voluntários trabalharam no bairro Colinas, em Osasco, a ONG Um Teto para meu País, construiu mais três casas no mesmo bairro, com a ajuda de outros voluntários. Para este ano estão previstas mais ações como estas.

“Foram dois dias muito gratificantes. A maior satisfação é ver nosso trabalho contribuindo para melhorar a vida de outras pessoas. De todos os trabalhos voluntários que já participei, esse foi o mais marcante”, disse Alexander Teti Toledo, Gerente de Serviços da GE Healthcare em São Paulo e voluntário da GE.
Como funciona:
As moradias tem um custo médio de cerca de R$ 3 mil. A ONG capta apoio de empresas e entidades que financiam o material para a construção da casa. Depois é feita uma seleção, por meio de uma avaliação técnica rigorosa, do local onde as casas serão construídas e quais famílias serão contempladas. As pessoas escolhidas pagam o valor simbólico de R$ 150 pela casa.

O trabalho dos voluntários entra no dia da montagem da casa, que é supervisionada por profissionais especializados da ONG.

Mudança da Responsabilidade Social

Em entrevista para a revista Exame sobre responsabilidade social corporativa, Simon Zadek, principal executivo da ONG AccountAbility, voltada para a promoção da transparência na prestação de contas de empresas, governos e organizações da sociedade civil, aborda a evolução do movimento da responsabilidade social e a transformação das práticas das companhias. Em um dos tópicos, Simon demonstra a preocupação do Presidente da GE durante o ano de 2006, Jeffrey Immelt em alterar a imagem da companhia em frente à sociedade.

EXAME: Como o movimento da responsabilidade social está mudando? Simon Zadek: Há uma evolução clara. Nos anos 80, com o surgimento do movimento ambientalista, as empresas começaram a falar em meio ambiente e a repensar o impacto de seus processos. Nos anos 90, impulsionadas pelas cadeias de negócios globais, elas começaram a se preocupar com aspectos sociais, como a promoção de relações justas de trabalho. Nos últimos anos, esses assuntos convergiram para o conceito da sustentabilidade. Isso ocorreu num momento em que a internet deu à sociedade meios de protestar contra práticas irresponsáveis. O que vemos hoje são companhias mais preocupadas com a prestação de contas, passando de uma abordagem de conformidade para uma abordagem mais estratégica. O movimento da responsabilidade social evoluiu de uma discussão sobre "o que as empresas não devem fazer" para uma discussão sobre "o que as empresas devem fazer".

E o que as empresas devem fazer? O mais importante é integrar práticas ambientais e sociais a seus modelos de negócios. Para algumas companhias, essas práticas deverão tratar de mudanças climáticas, transgênicos ou proteção da biodiversidade. Para outras, poderão estar relacionadas a saúde pública, consumo consciente ou lobby responsável. O assunto varia de empresa para empresa e de setor para setor.

Que empresas já adotaram essa visão? No Brasil, a Natura é um exemplo, porque ela desenhou um novo modelo de negócios com preocupações ambientais e sociais. A British Petroleum está tentando deixar de ser uma empresa de petróleo para oferecer diversas fontes de energia, porque entendeu que a sobrevivência do negócio depende dessa mudança. A Diageo teve de colocar a preocupação com o consumo responsável de bebidas alcoólicas no centro de sua estratégia para conseguir ganhar novos mercados e atrair uma nova geração de consumidores.

O que as empresas mais avançadas têm em comum? Muitas têm marcas que são fortes entre os consumidores ou visíveis para outras empresas. Isso faz com que sejam mais vulneráveis a ataques à sua reputação ou que tenham resultados sempre que conseguem abordar preocupações da sociedade. Também são empresas com líderes que aceitam tomar riscos e percebem que tratar de temas socioambientais poderá colocá-los numa posição de destaque. Jeffrey Immelt, da GE, é um exemplo. Ele está fazendo com que a GE deixe de ser reconhecida apenas pela excelência operacional para ser reconhecida pela forma como transforma aspectos socioambientais em inovação.

Que dificuldades essas companhias enfrentam? Uma dificuldade é conciliar o modelo de negócios atual, baseado no curto prazo, com a criação de um novo modelo para o futuro. Outra é que as pessoas que falam de responsabilidade social muitas vezes não entendem de negócios ou não têm experiência nisso.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A alegria do sorriso!

Os funcionários da GE Celma se uniram para criar o projeto Brincando com VOCE (Voluntários da Celma). Fundado em janeiro de 2007, ele é formado por colaboradores da unidade de Petropólis (RJ) e seus familiares, que se vestem de palhaços e organizam visitas a lares para idosos, creches e hospitais.

“O maior desafio do Brincando com VOCE é manter um grupo motivado e organizado, capaz de repassar os ensinamentos aos novos voluntários, tendo em vista que se trata de um projeto com início, meio e, felizmente, sem fim”, conta Michelle Freitas, líder do projeto.
Todo início de ano, as inscrições para novos voluntários são abertas. As pessoas que têm interesse em participar do Brincando com VOCE recebem treinamentos por meio de cursos e oficinas nas áreas de teatro e arte para capacitação. Hoje, com cinco anos de existência, o projeto soma mais de 2.300 horas de voluntariado e mais de 100 participantes, responsáveis por 51 visitas em cerca de 30 instituições.

Junior Achievement e a GE

Lucas Alvim de Nigris, 15 anos, aprendeu, nos últimos dois meses, como montar uma empresa, detalhes do funcionamento da economia de um país e ainda sobre a estrutura do governo. Ele faz parte de uma das quatro turmas do Instituto Ana Rosa, em São Paulo, que participou do programa Junior Achievement, uma iniciativa que recebe os investimentos da GE Foundation e que aconteceu em diferentes localidades onde a empresa está presente no Brasil.

O projeto tem duração de três meses. No total, ele conta com aproximadamente 170 voluntários da GE que ministram aulas para 40 turmas, com atuação em 03 pilares: educação financeira, empreendedorismo e preparação para o mercado de trabalho, com o objetivo de proporcionar uma perspectiva de futuro para esta nova geração.

Este trabalho beneficiou somente no primeiro semestre de 2012 aproximadamente 800 jovens e adolescentes em três estados. Em Minas Gerais, nas cidades de Contagem e Belo Horizonte; no Estado do Rio de Janeiro, em Macaé, Petrópolis e capital fluminense; e no Estado de São Paulo, em Campinas, Jandira e capital paulista.

Alexandre Alfredo, Diretor de Relações Institucionais da GE, que ministrou uma aula em BH, enfatizou que é muito importante repassar conhecimento para as gerações que estão chegando, e enfatiza que os adolescentes e jovens têm um grande potencial e é nosso papel como cidadãos apoiar estas iniciativas que ajudam a inseri-los no mercado de trabalho.

A Junior Achievement é a mais antiga organização de educação prática em economia e negócios. Criada nos Estados Unidos, em 1919, por Horace Moses e Theodore Vail, presidentes da Strathmore Paper Company e da AT&T, respectivamente. Atualmente, 120 países aplicam seus programas, com a atuação exclusiva de voluntários, beneficiando mais de 10 milhões de jovens por ano. A Junior Achievement é parceira global da GE.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

A participação da GE na Rio+20

A Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, aconteceu entre os dias 13 e 22 de junho na cidade do Rio de Janeiro. Ela foi assim conhecida porque marcou 20 vinte anos da realização da Rio-92, Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento.

Dentre os participantes estiveram representantes dos 193 Estados-membros, ONGs, grupos empresariais, comunidades indígenas, autoridades locais, organizações de agricultores, trabalhadores e sindicatos e da comunidade científica e tecnológica além dos voluntários que participaram diretamente da organização.

 Os principais objetivos da Conferência foram contribuir na definição da agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas e renovar o compromisso político com o desenvolvimento sustentável, por meio da verificação dos progressos e problemas das medidas tomadas pelas principais organizações e nações e do aprofundamento sobre temas emergentes no assunto.

 A GE esteve presente todos os dias da Rio+20 por meio de múltiplos eventos paralelos e oficiais, inclusive com a participação em diversos painéis. Pode-se destacar o Painel Governança da Água, que aconteceu no dia 13 de junho dentro da programação “Humanidade 2012”, organizado pelo sistema Firjan e Fiesp e a Fundação Roberto Marinho, no Forte de Copacabana.

 A apresentação teve seu foco nos avanços tecnológicos para o tratamento de efluentes e reuso da água, em três pontos: situação atual do problema de água no mundo, as soluções existentes para ajudar a resolver esse problema e discussão acerca das políticas públicas para o reuso e conservação desse recurso natural fundamental para a nossa existência.

Essa exposição foi conduzida por Clóvis Eduardo Sarmento Leite, diretor comercial da GE Power & Water para a América Latina, que destacou a extrema importância da oportunidade de participar dos painéis da Rio+20 mostrando como a organização pode ajudar a resolver a questão da escassez de água no mundo e , especificamente no Brasil e na América Latina.