terça-feira, 23 de outubro de 2012

Muita energia...

Vamos começar o post de hoje com perguntas: 378 megawatts iluminam quantas casas? Se considerarmos a média de consumo dos brasileiros por unidade, que é 150 watts, a resposta é cerca de 1.8 milhão de residências. Outra pergunta: e um gigawatt? Seguindo a conta anterior, cerca de 4.8 milhões de casas. Esse é apenas um cálculo simples de como a GE vai umentar a parceria para o desenvolvimento do Brasil para fornecimento de energia nas áreas de gás natural e energia eólica.
Os 378 megawatts correspondem ao leilão que a GE venceu para fornecer energia eólica com as turbinas GE 1.6 megawatts. Isso representa 40% do total que foi leiloado pela Agência Nacional de Energia Elétrica. Já um gigawatt, se refere à geração de eletricidade feita por meio das turbinas a gás GE Frame 7FA. O negócio chega ao valor total de US$ 800 milhões. Além disso, a empresa fechou contrato com a brasileira OGX para fornecer equipamentos de perfuração em campos de petróleo para os próximos quatro anos.
 

As turbinas eólicas GE 1.6 megawatt têm um histórico de sucesso global, com mais de 16.500 unidades instaladas em diferentes países.
No final da história, os negócios anunciados chegam, aproximadamente, a US$ 1 Bilhão. Uma boa notícia para a GE Energy e para o Brasil, uma vez que esses contratos materializam cada vez mais a parceria e compromisso com o país.
De acordo com o Ministério das Minas e Energia, o Brasil precisa aumentar sua capacidade de geração de energia elétrica em 50% nos próximos 10 anos.
A previsão é que as turbinas eólicas entrem em funcionamento no primeiro semestre de 2014 e as turbinas a gás têm previsão de iniciar a operação também em 2014. Aliás, só para não esquecer, esse será o ano em que o Brasil estará sediando a Copa do Mundo de futebol.
As turbinas a gás GE Frame 7FA são equipamentos de tecnologia avançada, com mais de 36 milhões de horas de serviços em clientes espalhados pelo mundo. Já as turbinas eólicas GE 1.6 megawatt, também têm um histórico de sucesso global, com mais de 16.500 unidades instaladas em diferentes países.
 

As turbinas a gás GE Frame 7FA, equipamentos de tecnologia avançada, devem entrar em funcionamento em 2014.
Petróleo
Como parte fundamental do acordo com a OGX, a GE fornecerá estruturas submarinas para gabarito de perfuração de poços (“templates” submarinos) e sistemas de reconexão com plataformas fixas, o que permitirá que a OGX tenha total flexibilidade entre os poços pré-perfurados com sondas semissubmersíveis, além de poços perfurados diretamente das plataformas fixas.
Este recurso ajudará a aumentar a produção inicial dos campos de Waimea e Waikiki, maximizando o uso dos poços pré-perfurados. Esta solução tecnológica da GE foi testada e instalada com sucesso em campo, em projetos semelhantes na África Ocidental.

A GE veste rosa

Na manhã da última terça-feira, aproximadamente 50 funcionários da GE se reuniram no terraçode uma das unidades na capital paulista, e, segurando cartazes pink, formaram um Laço Rosa humano. A iniciativa é parte do GE Global Pink Ribbons, que uniu os colaboradores em mais de 40 locais do mundo para formar os laços que simbolizam a campanha de conscientização sobre o câncer de mama durante o Outubro Rosa.
“É uma ação simples que pode ajudar a salvar uma vida. O laço rosa é uma forma de chamar a atenção das pessoas para a prevenção”, disse Carolina Famula, líder de Recursos Humanos da GE Healthcare. Mesmo estando abaixo da idade recomendável para iniciar os cuidados contra o câncer de mama, que é 35 anos, ela está consciente da importância de se prevenir. Todos os anos ela faz check up e não deixa de incluir na sua rotina o autoexame.
Carolina tem razão. A conscientização sobre a importância da prevenção e detecção precoce do câncer de mama ainda é uma questão fundamental de saúde pública. Segundo estimativas do INCA (Instituto Nacional do Câncer), mais de 52 mil novos casos serão registrados no Brasil.
Confira abaixo algumas fotos desta campanha disseminada mundialmente.
                                                                                                      Brasil
                                        
                                                                                                   Ucrânia

domingo, 21 de outubro de 2012

Iluminação sustentável

Hoje em dia, podemos fazer quase tudo pela internet. Conversamos com amigos distantes, pagamos contas, assistimos filmes, vamos às compras, e tudo isso a qualquer hora do dia e em qualquer lugar.
Agora, imagine só o que o inventor da lâmpada comercial e fundador da GE, Thomas Edison, diria de uma feira de iluminação on-line. Com certeza ele visitaria! E você já pode fazer isso. Até dia 14 de setembro, soluções da GE Iluminação estão expostas na segunda Expo Virtual Iluminação Sustentável.
As luminárias Cobrahead Modular, para iluminação pública com LEDs
 
 
 
 
Com poucos cliques, você pode fazer um tour virtual no stand da GE. Lá, você saberá mais detalhes da linha de soluções LED (diodos emissores de luz), como os módulos da família Infusion, as luminarias Cobrahead Modular para iluminação pública e os sistemas LED Lumination, todas com vida média útil de 50 mil horas. Isso significa até 12 horas por dia de uso, todos os dias do ano, por mais de uma década.
 
 
 
 
 
 
 
 
Também estão à disposição dos internautas detalhes sobre as lâmpadas fluorescentes lineares T5, cuja economia de energia pode chegar a 45% sobre as tubulares T8. Menor consumo de energia, significa um planeta mais sustentável.
Continuando o passeio pela feira virtual, ainda verá cases de aplicação das soluções GE no exterior e no Brasil, como o projeto da nova iluminação da Ciclovia Beira Mar, em Florianópolis e como a iluminação dos Jogos Olímpicos de Londres poderá ser aplicada no Brasil em 2016.

Uma bateria “antiapagão”

O Brasil ainda não está totalmente livre de apagões. Recentemente, uma falha no sistema elétrico deixou parte do país às escuras. Problemas como este não acontecem somente aqui. Na cidade de Nairobi, no Quênia, as baterias Durathon, da GE, tem sido uma solução eficaz para evitar os transtornos causados quando a energia falta.
Essas baterias podem durar cerca de nove horas, tempo suficiente até que a rede volte a funcionar. O Adrien Group, que mantém torres de celular em Nairobi, adquiriu 200 baterias Durathon. “Eu não preciso ligar mais os geradores, quando falta energia. Com as baterias, conseguimos garantir 99% do fornecimento sem interrupções”, disse o proprietário do grupo, Bernard Njoroge.

Bateria Durathon
Os antigos geradores eram movidos a diesel e, portanto, mais poluentes. As baterias, por sua vez, são carregadas na própria rede elétrica e servem como “pilhas gigantes”, na hora dos apagões. Com isso, ninguém fica sem falar ao celular na capital queniana, mesmo quando falta energia.
A Durathon é uma bateria industrial, composta por uma química de sódio inovadora, que permite que seja recarregada até 3.500 vezes — dez vezes mais do que uma bateria comum. Outra vantagem é a durabilidade: duas décadas. Além disso, a bateria é atóxica, totalmente reciclável e ocupa metade do espaço de uma bateria convencional.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

GE no topo do ranking

Apresentada em 2010 em Davos, na Suíça, durante o Fórum de Líderes, a 6ª edição do ranking da Corporate Knight foi elaborada a partir das observações de um conselho de 17 especialistas em responsabilidade socioambiental e sustentabilidade, entre os quais o brasileiro Ricardo Young, presidente do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social.
Para chegar às melhores, os especialistas consideraram dez critérios técnicos observados nos relatórios oficiais das empresas, levando em conta variáveis como a emissões de CO2, eficiência energética, pagamento de impostos, a melhor relação entre a remuneração do executivo principal e dos trabalhadores, geração resíduos e a capacidade de inovação.
O ranking é formado por 24 países. O primeiro lugar ficou com o Reino Unido ( 21 empresas listadas), seguido pelos EUA (12), o bloco dos escandinavos (10), Austrália e Canadá (com 9 empresas cada) e Suíça (6).
As três corporações mais sustentáveis foram a General Electric (EUA), a Pacific Gas & Electricity (EUA) e a empresa de logística Tnt Nv (Holanda). Pesou a favor da campeã GE, segundo os coordenadores do ranking, o baixo índice de produção de resíduos, a alta diversidade de gênero nos quadros de funcionários e a eficiência na redução das emissões.
É a primeira vez que empresas brasileiras são classificadas no Top 100. Contou pontos para o Bradesco a excelente relação entre produtividade e emissões de gases de efeito estufa, embora o banco tenha ficado em último lugar no item geração de resíduos, um dos critérios analisados.
Já a Petrobras demonstrou bom desempenho na eficiência energética de sua produção. E sua posição na tabela só não foi melhor graças à baixa diversidade de gênero no conselho de administração: dos oitos membros, apenas a presidente (Dilma Rousseff) é mulher.
Considerada nacionalmente um ícone da sustentabilidade empresarial, a Natura obteve o seu lugar na lista global por causa da clareza de seu relatório, feito rigorosamente sob os critérios do GRI (Global Reporting Initiative), modelo consagrado como o mais completo. Contra si, pesou o fato de não ter presença feminina no conselho de administração.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Biodiesel: Inovação na produção


Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) está desenvolvendo um equipamento para produção contínua de biodiesel a partir do óleo de soja e do etanol. A inovação do trabalho deles permite que o processo de reação química e de separação de produtos para a produção do biocombustível aconteça num único equipamento.
Atualmente, no mercado brasileiro essa produção não é contínua e acontece em equipamentos diferentes. Com este novo equipamento, que ainda é um protótipo, os pesquisadores esperam obter mais eficiência e redução de custos operacionais na hora de se fazer o biodiesel. Esta iniciativa inovadora e sustentável recebeu o Prêmio GE de Incentivo à Pesquisa em Biocombustíveis, entregue durante o COBEQ 2012 (XIX Congresso Brasileiro de Engenharia Química).
O prêmio é uma iniciativa do Centro de Pesquisas Global da GE no Brasil, que fica no Rio de Janeiro. “Ficamos muito felizes em receber o prêmio. Estamos em fase de finalização dos testes com o equipamento. Futuramente vamos patentear a pesquisa e buscar apoio no mercado para produzir o equipamento”, disse Luiz Fernando de Lima Luz Júnior, professor do Departamento de Engenharia Química da UFPR e orientador do trabalho.
O trabalho tem como autores, Lourival José dos Santos, mestre em ciências do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química (PPGEQ – UFPR); os professores Luiz Fernando de Lima Luz Júnior, Marcos Lúcio Corazza e Papa Matar Ndiaye, do Departamento de Engenharia Química e do PPGEQ; Luiz Pereira Ramos, do Departamento de Química da UFPR; Emerson Valt, doutorando em Engenharia Química da Unicamp, além de Maria Regina Wolf Maciel, também professora da Unicamp.
Intitulado “Produção contínua de biodiesel utilizando coluna de destilação reativa” o trabalho vencedor recebeu o apoio da FINEP, do CNPq, da CAPES e da Fundação Araucaria.

domingo, 14 de outubro de 2012

Inovador carregador eólico de carros elétricos

A GE ligou seu carregador de veículos elétricos, o DuraStation, a uma turbina eólica vertical desenvolvida pela empresa Urban Green Energy (UGE), de Nova York. O resultado disso foi o funcionamento do primeiro carregador eólico de veículos elétricos do mundo. O sistema, chamado Sanya Skypump, pode recarregar o Chevy Volt, modelo de carro movido a eletricidade da GM, em apenas quatro horas.
A experiência foi realizada em Londres durante os Jogos Olímpicos, com o objetivo de abastecer uma frota de carros elétricos. Mas você sabe como funciona a inovadora turbina eólica vertical?
O diferencial dela é que ela entra em rotação ao longo do seu próprio eixo dentro de um raio de cinco metros. Ela não gira horizontalmente como as hélices de aviões ou como as pás de uma turbina eólica convencional.
"Esse sistema é parte dos objetivos da GE para oferecer a motoristas e clientes uma gama de soluções flexíveis e de fácil utilização para ajudar a fazer dos veículos elétricos uma realidade prática e cotidiana”, afirma Charles Elazar, diretor de marketing da GE Industrial Solutions, divisão da GE Energy Management.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Tomografia para aviões e carros

A indústria tem procurado adaptar a tecnologia médica como Raios-X e tomografias computadorizadas para olhar dentro de peças industriais com o intuito de achar, por exemplo, rachaduras e falhas locais. Até então, este processo estava sendo lento e difícil devido aos rigores da produção em massa.
Mas agora não mais. Engenheiros da GE aproveitaram os últimos avanços de imagens médicas e fizeram uma máquina de Tomografia Computadorizada que digitaliza uma quantidade razoável de peças críticas usadas na fabricação de carros e aviões, sem diminuir a velocidade da linha de produção. Com esta tecnologia, todas as partes dos motores podem ser testadas.
A equipe aproveitou o poder inovador da alta velocidade das máquinas de tomografia computadorizada em 3D, originalmente desenvolvido para gerar imagens o corpo humano, e conseguiu fazer a inspeção de motores de 100 libras 200 vezes mais rápida que testes tradicionais.
A nova máquina chamada “Speed Scan Atline CT System” parece com o que os pacientes podem encontrar nos hospitais. Ela cria imagens de tomografia, que são ricas em contraste e que revelam aos operadores até mesmo a menor falha.
 
O novo Speed Scan Atline CT System da GEO novo Speed Scan Atline CT System da GE
O novo equipamento inspeciona as peças à velocidade de até um centímetro por segundo. A máquina pega os dados das imagens geradas para avaliação de algoritmos desenvolvidos pela GE. O software reconstrói e analisa cada parte e procura os defeitos. Automaticamente, as falhas encontradas são classificadas.

De olho no espaço

Você sabia que os astronautas costumam ter problemas de visão quando retornam para a Terra? Os motivos ainda são desconhecidos, mas uma possível causa seria a elevada pressão intracranial, provocada pela microgravidade no espaço. Os cientistas do Centro Global de Pesquisas da GE, nos Estados Unidos, estão ajudando a NASA a desvendar esse mistério.
Nessa parceria, os cientistas estão desenvolvendo um ultrassom capaz de produzir em tempo real imagens em 3D, mostrando as potenciais mudanças em toda a estrutura do globo ocular, bem como o seu funcionamento durante a viagem ao espaço.

 
Na maior parte dos sete casos documentados pela NASA, a perda de visão dos astronautas foi temporária, em outros, o problema persistiu. “Até agora foram observadas leves alterações visuais, mas o potencial para danos permanentes preocupa mais em missões de longo prazo, fazendo com que o monitoramento em tempo real no espaço seja crucial para que a NASA possa avaliar possíveis tratamentos”, afirma Aaron Dentinger, engenheiro elétrico no Laboratório de Sistemas de Ultrassom do Centro de Pesquisas Global da GE.
Não é a primeira vez que uma tecnologia desenvolvida pela GE é usada por astronautas. Há um ano, um sistema de ultrassom cardiovascular o Vivid 9 foi entregue na Estação Espacial Internacional (ISS). O Vivid9 está disponível no mercado, inclusive o brasileiro, e cientistas da GE acreditam que ele também poderá ser usado para ajudar a detectar a causa das alterações de visão dos astronautas. O desenvolvimento do novo equipamento, porém, deve durar mais três anos. A GE fica na torcida para que esse mistério chegue ao fim.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Calor Verde

Em janeiro desse ano, Engenheiros da GE Oil & Gas, divisão da GE Energy, desenvolveram uma tecnologia inovadora para produzir energia elétrica adicional a partir do calor gerado pelo ciclo natural de turbinas a gás.A nova tecnologia da GE, chamada de ORegen, não necessita de nenhuma fonte de energia adicional para funcionar e não emite nenhum gás que agrava o efeito estufa, como o CO2, por exemplo.

Quando conectado a turbinas a gás da GE, o sistema ORegen pode reduzir o consumo de energia em até 25%, o que evita a emissão de mais de 38.000 toneladas métricas de CO2 na atmosfera por ano. Isso equivale a tirar de circulação aproximadamente 14 mil carros.
A GE anunciou que o primeiro sistema ORegen será instalado em Whitecourt, no Canadá. O projeto vai gerar 14 megawatts de eletricidade adicional, quantidade suficiente para abastecer 14 mil casas por um ano. Ele está programado para entrar em linha até 2013.
Outros geradores de energia, como gás combinado e usinas de energia a vapor utilizam o calor residual para produzir mais eletricidade. Mas ORegen é único, porque também não precisa de água para operar.
Os engenheiros calculam que funcionando por mais de 8.500 horas por ano, esse sistema operacional poderá gerar a mesma quantidade de energia que um sistema de ciclo combinado convencional enquanto economiza o volume de água equivalente a quatro piscinas olímpicas por ano.


Energia nuclear: Solução ou problema?

Basicamente, energia nuclear é a energia liberada em processos de transformação de núcleos atômicos. Para a geração de energia elétrica, por exemplo, o calor emitido nessa reação aquece água até se tornar vapor, movimentando assim um turbogerador. Ela pode acontecer de maneira controlada em reator de uma usina nuclear ou de maneira descontrolada em uma bomba atômica.

Países como os Estados Unidos e o Japão têm uma crescente demanda por esse tipo de energia e, pensando nesses mercados, a GE e a Hitachi estão com planos de aumentar suas parcerias em energia nuclear para suprir esta demanda. A meta das duas empresas é a de obter encomendas de pelo menos 38 reatores nucleares globalmente até 2030.

Após desastres como os de Chernobyl e Fukushima, muitas pessoas apresentam grande resistência à energia nuclear, então resolvemos mostrar aqui no blog os pontos positivos e negativos dela.


Vantagens:
  • Não utiliza combustíveis fósseis
  • Não gera gases de efeito estufa
  • Imune às alterações climáticas
  • Boa parte do combustível utilizado é reprocessado
  • Gera elementos como o Plutônio, que tem grande valor estratégico científico.
Desvantagens:

  • Gera resíduos radioativos, altamente nocivos à saúde humana
  • Perigo aos funcionários expostos aos materiais
  • Histórico de grandes acidentes nucleares
  • Medo da compra de materiais radioativos por terroristas
  • Geração de gases de estufa na produção de insumos
Alguns ecologistas tem defendido a energia nuclear como uma forma de energia mais "limpa" devido ao seu reaproveitamento. Outros não acreditem que seja válido correr os riscos de outros desastres nucleares como os citados. Enquanto isso, empresas como a GE e a Hitachi seguem investindo nesse tipo de tecnologia. Quem está certo?

Com informações do Valor Online e Wikipédia.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Outubro Rosa

Tudo começou numa corrida, chamada corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990, onde os participantes receberam um laço rosa. Ele simbolizava a luta contra o câncer de mama. A iniciativa, liderada pela Fundação Susan G. Komen for the Cure, ganhou o mundo e transformou-se no Outubro Rosa. A GE convida a todos, sejam mulheres ou não, para mais uma edição dessa corrente que começou, mundialmente, em 1º de outubro.
Durante todo este mês haverá uma série de ações com os funcionários GE nas Unidades no Brasil pela conscientização e prevenção do câncer de mama.
Mundialmente, a GE investe mais de US$ 1 bilhão em pesquisas relacionadas à luta contra o câncer. Aqui no Brasil, são produzidos  mamógrafos na fábrica da GE Healthcare, em Contagem (MG).
São equipamentos de última geração usados em hospitais brasileiros, como o Hospital Santa Marcelina, na cidade de São Paulo, que recebeu a doação do 1º mamógrafo da GE produzido no Brasil, em parceria com a OSCIP Américas Amigas e hoje realiza cerca de 1.000 mamografias por mês.
Fazer a mamografia ainda é um dos melhores métodos para prevenção e diagnóstico precoce do câncer. Além disso, ter uma alimentação saudável e fazer atividades físicas regularmente são atitudes que ajudam a evitar o câncer de mama. Infelizmente, segundo informações do Instituto Nacional do Câncer (INCA), este é o segundo tipo mais frequente de câncer no mundo e o mais comum entre as mulheres.
Essa realidade é preocupante, mas juntos podemos mudá-la. Acompanhe as ações no Outubro Rosa aqui no blog ou na pagina da GE: www.ge.com/br