segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Cuidando dos corações brasileiros


É importante lembrar que todo o dia é dia de se cuidar bem. Principalmente para manter a saúde do seu coração .
Algumas dicas como comer legumes e verduras, fazer exercícios regularmente e não fumar são valiosas para assegurar vida longa a esse nosso bravo companheiro. A GE Healthcare também ajuda a cuidar do nosso coração pois possui o portfólio mais completo de tecnologias para a área de cardiologia.
Essas soluções podem ser vistas a partir de hoje no Congresso Brasileiro de Cardiologia, que acontece até o dia 17 de setembro, em Recife (PE).
Entre elas, tecnologias como os eletrocardiógrafos da linha MAC, que analisam e interpretam as atividades do coração, auxiliando no diagnóstico de problemas cardíacos. Alémdo sistema Case, que mensura e interpreta os efeitos do teste de esforço cardíaco, e a solução de alta performance para revisão e análise de arritmias, o Mars V8.
Eletrocardiógrafo da linha MAC
No segmento de ultrassom, a GE Healthcare leva a linha Vivid de ecocardiografia, com o novo transdutor transesofágico 4D, que possibilita a visualização de detalhes em imagens cardíacas tridimensionais em tempo real.
O Ultrassom Vivid E9 em uso.
Com todos esses equipamentos, a GE busca contribuir cada vez mais para um diagnóstico de doenças cada vez mais precoce e preciso, e atingir um maior número de pessoas, com um custo reduzido.

Mamografia sem fronteiras


A missão era levar o exame de mamografia para as mulheres de São Sebastião da Boa Vista, uma Ilha do Arquipélago de Marajó, no Estado do Pará, onde residem aproximadamente 20 mil pessoas.

Mulher aguarda para fazer exame de mamografia

O mamógrafo Performa, fabricado pela GE e adquirido pela OSCIP Américas Amigas, saiu de Belém, no Navio Auxiliar Pará da Marinha do Brasil e viajou por quase um dia, pelo rio Pará. Ao chegar no local, a embarcação ficou três dias ancorada. Nesse período, cerca de 40 mulheres fizeram exames de mamografia, muitas delas pela primeira vez na vida. Carla Omoto, Gerente de Produto da GE Healthcare acompanhou a missão. Ela conta que a primeira paciente atendida na comunidade foi uma mulher de 72 anos que nunca havia feito uma mamografia na vida.“A chegada do mamógrafo na comunidade de São Sebastião da Boa Vista levou acesso à mamografia. Muitas moradoras do local fizeram pela primeira vez este exame que é fundamental para garantir um diagnóstico precoce de doenças como o câncer de mama”, disse Carla.



População feminina de São Sebastião da Boa Vista recebe instruções de como evitar o câncer de mama.Ela, que trabalhou por 10 anos como enfermeira chefe da Fundação Pró-Sangue Hemocentro de São Paulo, acabou revivendo os tempos em que atuava na linha de frente da saúde. “Acabei ajudando no atendimento de quem chegava para fazer o exame para agilizar a liberação dos resultados. Neste projeto, é fundamental que todas as mulheres saíam do local com o resultado do médico em mãos. Vi no olhar daquelas mulheres a satisfação de estarem sendo cuidadas, de estarem recebendo atenção”, completou Carla.


Mamógrafo Performa da GE Healthcare. Equipamento ajuda a cuidar da saúde das mulheres da comunidade de São Sebastião da Boa Vista (PA)A chegada do mamógrafo na Comunidade de São Sebastião da Boa Vista foi uma iniciativa da OSCIP Américas Amigas e a Marinha do Brasil. A GE participou fornecendo o equipamento a preço de custo e ofereceu todo suporte técnico durante a missão, enviando um técnico em equipamentos, que fez a manutenção do mamógrafo antes da saída do navio que aconteceu no final do mês de Julho desse ano.

Energia que vem da lua


Phill Scott, gerente de negócios na GE Power Conversion, não vê a lua como algo romântico: ele enxerga megawatts. É isso mesmo! Duas vezes ao dia, como um relógio, a lua influencia as marés aqui na Terra. Para Scott, essa movimentação da água é uma fonte de energia. “Algumas marés na costa do Reino Unido geram um deslocamento de água de até sete metros por segundo”, explica. “É uma força da natureza, pedindo para ser transformada em energia.”
A GE apostou nessa transformação e instalou as primeiras turbinas de maré no leito do mar, próximo às ilhas Orkney, no Reino Unido. Esses equipamentos são compostos de hélices submarinas que se parecem com as de um motor de navio, e utilizam turbinas adaptadas da tecnologia eólica.
As estruturas foram colocadas em pontos estratégicos, onde há maior movimentação de água e, nesse teste, geraram mais de 15 megawatts-hora de energia. A larga experiência em turbinas eólicas foi fundamental para colocar a GE na dianteira dessa iniciativa submarina.
Os engenheiros da GE estimam que o potencial das marés no Reino Unido seja de 25 a 30 gigawatts – o suficiente para suprir em torno de 12% da demanda energética dessa região. Scott vai além e acredita que, nos próximos cinco anos, haverá um volume significativo de turbinas de maré conectadas à rede elétrica no Reino Unido, EUA, Coréia do Sul, China, Austrália e Brasil.
Da próxima vez que você admirar a lua, lembre que nela não há somente romantismo, mas também os megawatts que não saem da visão do Scott.

Inovar para o cidadão


Um sistema de monitoramento moderno e inovador está no ar nas ruas do Rio de Janeiro para ajudar a melhorar a qualidade de vida da população. Desde 2010, a Cidade Maravilhosa dispõe de 670 câmeras espalhados em locais públicos que estão integradas a serviços de segurança como bombeiros, trânsito, defesa civil e emergências médicas.
Se acontece um acidente de trânsito, por exemplo, fica mais fácil localizar a ocorrência e acionar as equipes que prestarão socorro. Esse projeto foi reconhecido como modelo para o país e recebeu a premiação máxima da quarta edição do Prêmio Prefeito Inovador, que tem patrocínio da GE do Brasil.
“É uma grande satisfação para a GE apoiar um prêmio que visa reconhecer iniciativas que melhorem a qualidade de vida da população. A GE tem a inovação no seu DNA e estamos focados em apoiar soluções inovadoras que ajudem a resolver os desafios de infraestrutura no país”, disse Adriana Machado, Presidente & CEO da GE do Brasil.
O prêmio foi criado há quatro anos para reconhecer prefeituras que adotam bons modelos de gestão e apostam na transparência da administração pública. No último dia 6, foram anunciadas as cidades vencedoras em quatro categorias, de um total de 54 municípios inscritos.

Piratuba (SC) apostou na inclusão digital para melhorar os resultados na educação, com atividades interativas e internet para toda a população. Com a ideia, levou o prêmio na categoria para munícípios de até 25 mil habitantes. Santana de Parnaíba (SP) venceu na categoria de 25 a 200 mil habitantes, também investindo em informatização para melhorar o atendimento nas áreas de saúde, educação e meio ambiente.
Indaiatuba (SP) ganhou entre municípios de 200 a 500 mil habitantes com o projeto “ Ler Faz Bem”, que propõe a confecção de livros virtuais de forma colaborativa, numa espécie de Wikipedia literária. Por fim, voltando ao “Big Brother”, o Rio de Janeiro foi declarado vencedor nacional da premiação pelo conjunto de soluções inovadoras pela segurança.
Parabéns a essas cidades, que ganharam serviços públicos que trazem mais bem-estar e qualidade de vida a seus moradores.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

O tomógrafo divertido


Conheça o tomógrafo humanizado do Hospital Municipal Jesus no Rio de Janeiro. O espaço chamado de Aquário Carioca foi criado pelo cenógrafo Gringo Cardia (segundo a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro) que transforma o momento do exame em uma experiência submarina composta pela decoração, sons e luzes.



O Projeto Adventure Series da GE Healthcare, criado pelo designer Doug Dietz teve como objetivo, mais do que justo, na elaboração do espaço a redução no uso de sedativos nas crianças e adolescentes.



É impressionante como pouquíssimos hospitais pediátricos abraçam iniciativas como a do Hospital Municipal Jesus. Especialistas afirmam que o volume de traumas de hospitais, tratamentos e procedimentos poderia cair de forma significativa.




quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Os desafios do pré-sal!

Uma entrevista exclusiva realizada com Eduardo Berkovitz, Diretor do Comitê de Petróleo e Gás da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), fala dos desafios que o Brasil tem pela frente para explorar o Petróleo e o Gás que estão na camada do pré-sal, situada nas bacias de Santos (SP), Campos (RJ) e Espírito Santo (ES).
Berkovitz será moderador do painel “Os desafios do Pré-sal” durante o evento + Brasil, promovido pela GE, que acontece neste mês em São Paulo. Neste painel, especialistas da área de Petróleo e Gás discutirão as soluções para superar os desafios que o País tem daqui pra frente no setor.
 
Confira a entrevista:
 
Segundo a ANP, o Brasil será responsável pela produção de 5% do petróleo mundial até 2020, principalmente por conta do pré-sal. Como o País está se organizando para fazer esta extração?
Berkovitz: O Brasil está se estruturando para esse salto. Sair de uma produção de cerca de 2,1 milhões de barris de petróleo por dia para uma meta de 4 milhões, até 2020, exigirá um grande esforço empresarial. Um grande desafio é atender aos compromissos de aumento de conteúdo local, que significa maximizar a produção de bens e potencializar a oferta de mais serviços no Brasil. Consequentemente haverá a necessidade de incrementar a cadeia de fornecedores no País, que pode ser feita com aumento da produção de quem já está no mercado ou atrair empresas para que venham a se instalar no Brasil. A engenharia brasileira tem que estar pronta para atender os projetos nacionais. Os profissionais têm que estar treinados e capacitadas para esse desafio. Lembrando que tudo isso tem que ser feito sempre observando os compromissos de prazo, preço, qualidade e sutentabilidade, para que nossa indústria seja competitiva globalmente.
 
Quais são os principais desafios que o Brasil precisa superar para explorar o pré-sal de forma eficiente?
Berkovitz: Acredito que a palavra chave é competitividade. Temos que desenvolver uma indústria capaz de competir globalmente. Nossos profissionais têm que ser treinados e capacitados. A tecnologia de ponta tem que ser uma constante no mercado brasileiro. Nossos desafios para reduzir a carga tributária precisam ser enfrentados e resolvidos. É necessário encarar todos esses desafios como oportunidades de introduzirmos as melhorias necessárias de infraestrutura para que o Brasil possa ser mais eficiente em toda a cadeia de produção do Pré-sal.
 
Qual o papel da inovação na superação desses desafios?
Berkovitz:A inovaçãosempre esteve associada ao mundo do petróleo. É mandatória sua presença entre os participantes dessa cadeia produtiva. Veja a história da exploração offshore. Agora, com a nova fronteira de descoberta do pré-sal, também não será diferente. Inovar em produtos, soluções e serviços para o setor de Petróleo e Gás será fundamental para superar os desafios dessa exploração.

domingo, 4 de novembro de 2012

Rede Inteligente

Ninguém gosta de ficar sem luz em casa. Se depender da GE, isso será cada vez mais raro, graças ao Sistema de Monitoramento Inteligente de Linhas Multilin™, da GE Energy Management, que acaba de chegar ao Brasil. A partir de diferentes tecnologias – como as de transmissão de informações wireless, previsão do tempo, sincronismo por satélite e monitoramento de dados em tempo real – é possível garantir que não falte energia.
Vamos explicar melhor. Atualmente, as distribuidoras de energia brasileiras têm poucas formas de detectar rapidamente uma falha na rede de transmissão. O Sistema de Monitoramento Multilin™ resolve esse problema usando três tecnologias. Duas delas, funcionam juntas: um sensor e um software de monitoramento.
O sensor (chamado de FMC-T6) é instalado entre postes, torres e cabos, e monitora tudo que está acontecendo na rede. Se há alguma interrupção de energia, ele envia dados por wireless para a concessionária. Esses dados são lidos por um software (o T-NET), que fica na central de monitoramento da concessionária e “enxerga” na hora onde está o problema.


Multilin da GE combina diferentes tecnologicas para evitar que falte luz na sua casa


Com isso, é só mandar uma equipe de manutenção para resolver a falha. Esse sistema pode reduzir em algumas horas a identificação e a resolução de uma interrupção na rede de transmissão ou distribuição.
A terceira tecnologia do Multilin™ é o Weather Station, um aparelho que também fica entre postes e torres, captura informações meteorológicas (temperatura, umidade, velocidade e direção do vento) e as envia para o sistema. Dessa forma, é possível prever se determinada área estará sujeita a interrupções causadas por tempestades, raios ou rajadas de vento.

Muito Rosa!


 
A vaquinha aí da foto, foi um presente da GE Healthcare para o Hospital do Câncer de Barretos (SP), obra do artista Juvenal Irene. Ela ganhará um nome que será escolhido entre sugestões feitas pelos fãs da página da GE do Brasil no Facebook e também por funcionários e pacientes do hospital. Você poderá ver qual foi escolhido na página da GE no Facebook.
O mascote ficará na memória como uma das diversas ações realizadas pela GE do Brasil na campanha global pela saúde da mulher, em 2012. Além dela, outros perfis nas redes sociais se engajaram na campanha, os funcionários posaram para fotos fazendo laços humanos, patrocinamos junto com a Danone uma corrida em prol da saúde dos ossos.
No mês de Outubro foi o mês do Rosa e com a certeza a GE continuará a trabalhar pela prevenção ao câncer de mama, osteoporose, e outras doenças de ocasionam em maioria das mulheres, seja oferecendo equipamentos médicos que ajudam a salvar vidas, seja fazendo ações para conscientizar a população sobre como prevenir as doenças.

A energia da cerveja


Cervejaria alemã Bitburger Brewery usa motores Jenbacher da GE para produzir energia a partir da água que sobra do processo de fabricação da cerveja.


Tomar aquela cervejinha é uma paixão mundial. Mas, o que talvez muitos dos fãs da bebida não saibam é que, para cada litro de cerveja produzido, são consumidos de dois a três litros de água. Essa sobra, que parece desperdício à primeira vista, vira energia com os motores Jenbacher da GE. Sabe como?
As cervejarias direcionam a água que sobra na fabricação para tratamento em tanques especiais chamados de digestores anaeróbicos. Lá dentro, bactérias se alimentam da levedura e do açúcar contidos na água, produzindo gás metano. Os motores Jenbacher, transformam cerca de 90% desse gás em calor e eletricidade. Essa inovação conquistou fabricantes ao redor do mundo.
Cervejarias dos Estados Unidos, África, Japão e Europa adquiriram esses motores. A Bitburger Brewery, uma das maiores fabricantes de cerveja da Alemanha, comprou sua primeira Jenbacher duas décadas atrás.
Segundo a companhia, um motor Jenbacher instalado em sua matriz cortou 10% do consumo de energia e evitou a emissão de 10.000 toneladas de gás carbônico na atmosfera. Um grande ganho para o meio ambiente e para uma empresa que produziu quase 75 milhões de litros de cerveja, só no ano passado.
Ao todo, a GE já forneceu aproximadamente 2.200 motores Jenbacher para projetos de energia na Alemanha, o que representa mais de 18% de todos os clientes da GE que utilizam este motor no mundo.