domingo, 30 de setembro de 2012

Futuro energético sustentável

Em agosto de 2011, partiu do México o primeiro voo comercial transcontinental usando biocombustível em uma turbina GE 90.

É um avanço sem precedentes na aviação mundial. O avião, um Boeing 777-200ER da empresa Aeroméxico, partiu da Cidade do México com 250 passageiros rumo a Madri, na Espanha. A aeronave viajou abastecida com 26 mil litros de biocombustível contendo uma mistura de 25% de bioquerosene parafínico sintético (BioKPS), produzido a partir da planta Jatropha Curcas, e os outros 75% do tradicional combustível para jatos.

O motor GE 90 é um produto ecomagination, a plataforma de negócios que tem como compromisso criar soluções inovadoras para proteger o meio ambiente e, ao mesmo tempo, promover o crescimento e desenvolvimento da GE e das comunidades onde está inserida.


A Turbina GE 90
Segundo Gabriela Hernández, Diretora-Geral e Presidente da GE no México esta é definitivamente uma mudança importante para um futuro energético sustentável e a empresa se sente orgulhosa de ser parceira estratégica do Governo do México, da Aeroméxico e da Boeing para continuar a contribuir para o desenvolvimento de fontes alternativas de energia.

Um vôo com o biocombustível BioKPS reduz a emissão de CO2 na atmosfera. O processo de produção do BioKPS envolveu o governo do Estado de Chiapas como um dos principais doadores da matéria-prima, bem como a United Oil Products, uma empresa da Honeywell, que executou o processo para refinar a semente da planta Jatropha Curcas.

Esse voo aconteceu um mês após a regulamentação D7566-11 da Sociedade Americana de Testes de Materiais, que permite o uso de combustível renovável em uma proporção de até 50% do combustível tradicional.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

GE: Comprometimento com uma América Latina sustentável e inclusiva


O World Economic Forum (WEF) na América Latina 2011, que aconteceu no Rio de Janeiro, deu continuidade à sua programação de encontros e discussões. O destaque ocorreu por conta da plenária “Realizando o Crescimento Econômico Inclusivo”, que teve a participação de Reinaldo Garcia, Presidente & CEO da GE América Latina.

Nesta mesma plenária estiverem presentes Luciano Coutinho, Presidente do BNDES; Felipe Kast Sommmerhoof, Ministro do Planejamento e Cooperação do Chile; Willian R. Rhodes, Conselheiro Senior para World Economic Forum na América Latina; Jyotiraditya M. Scindia, Ministro de Estado para Comércio e Indústria da India e Jorge Luiz Abrahão, Presidente do Instituto Ethos.

A discussão da plenária girou em torno dos desafios que a América Latina tem pela frente para manter o crescimento econômico registrado nos últimos anos e, ao mesmo tempo, incluir todas as classes sociais nesse crescimento. O desenvolvimento sustentável, com preservação dos recursos naturais, também foi foco do debate.

Reinaldo Garcia destacou o papel da GE no desenvolvimento da América Latina, ao longo desses mais de 100 anos de presença na região: “A GE tem sido e será, cada vez mais, uma parceira estratégica dos países latino-americanos para crescimento sustentável da região, ajudando a desenvolver soluções nas áreas de energia, transporte, saúde e aviação.” Além disso, ele mencionou a escolha do Rio de Janeiro para a construção do quinto Centro de Pesquisas Global da GE como um grande sinalizador do compromisso com a América Latina.
Reinaldo Garcia, Presidente & CEO GE América Latina, discursa durante jantar Noites Cariocas.

Com participação ativa de todos os outros membros da plenária, o evento foi encerrado com a certeza de que governos, empresas, entidades da sociedade civil e todos os cidadãos têm enormes oportunidade de cooperação pela frente. E que, só dessa forma, se conseguirá garantir um crescimento inclusivo e sustentável para a América Latina.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Uma alternativa para o querosene na aviação civil

Dentre as novas tecnologias apresentadas durante a Rio+20, uma que ganhou destaque, ganhando inclusive o apoio de organizações como a WWF Brasil, é o desenvolvimento de um biocombustível para o setor de aviação. O processo industrial desenvolvido pela Amyris resulta num combustível que pode reduzir em até 82% as emissões de gases dos vôos domésticos.

De acordo com dados da WWF, a aviação comercial é responsável por 2% das emissões globais de gases que aumentam o efeito estufa e estão aquecendo o planeta. Só os aeroportos do estado de São Paulo consumiram 2,8 bilhões de litros de querosene no ano passado.

O projeto tem o apoio de empresas como a GE, Ícone, Boeing, Embraer e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A cana, matéria-prima do combustível, está sendo plantada no interior de São Paulo. Essa tecnologia, inclusive, é a primeira das alternativas para o querosene entre as apresentadas que deriva da cana.

No dia seguinte a apresentação do projeto, aconteceu o primeiro voo de demonstração com o novo combustível, partindo de Campinas rumo ao Rio de Janeiro, pela Azul Linhas Aéreas. Importante destacar que o processo transforma a cana-de-açúcar em um composto com características semelhantes as do querosene. Isso é necessário para evitar a mudança das turbinas em uso, algo que seria extremamente caro. Esses motores têm vida útil de até 60 anos.

O novo combustível ainda não está disponível em escala comercial, mas o Terceiro Setor acredita que esta produção ocorrerá em maior escala em breve já que o país tem um grande potencial na plantação da cana-de-açúcar.


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Mãos à obra

Madeira, pregos, martelos, parafusos, corações aquecidos e muita boa vontade foram as principais “ferramentas” usadas pelos 63 empregados voluntários da GE durante a participação em mais uma ação social da ONG Um Teto para meu País – Brasil. Esse grupo de voluntários ajudou, na construção de três casas para famílias de baixa renda, no bairro Colinas, em Osasco (SP).

Este tipo de moradia é emergencial e tem durabilidade de cinco anos. O objetivo é fornecer uma estrutura temporária até que as famílias criem condições de construírem uma casa definitiva. Ela é usada principalmente para socorrer pessoas que perdem casas em situação de catástrofes naturais, como enchentes, furacões e terremotos, e também, para casos onde as famílias moram em situação de risco, como encostas de morros ou em casas sem condições mínimas de habitação.
Exemplo de casa construída pela força do voluntariado.
A ONG Um teto para meu País foi fundada em 1997 por um grupo de universitários, no Chile. No Brasil, ela chegou em 2006. De lá pra cá, já foram construídas 485 casas para famílias de baixa renda nos municípios de Guarulhos, Suzano, São Paulo, Itapeva, Taboão da Serra, São Vicente, Osasco e Carapicuíba. Durante este período, 6 mil voluntários participaram dessas construções.
.
Apoio da GE.
A GE no Brasil está apoiando este projeto desde 2009. Este ano, além da força dos voluntários, ela financiou o material de seis moradias. No mesmo final de semana, em que os voluntários trabalharam no bairro Colinas, em Osasco, a ONG Um Teto para meu País, construiu mais três casas no mesmo bairro, com a ajuda de outros voluntários. Para este ano estão previstas mais ações como estas.

“Foram dois dias muito gratificantes. A maior satisfação é ver nosso trabalho contribuindo para melhorar a vida de outras pessoas. De todos os trabalhos voluntários que já participei, esse foi o mais marcante”, disse Alexander Teti Toledo, Gerente de Serviços da GE Healthcare em São Paulo e voluntário da GE.
Como funciona:
As moradias tem um custo médio de cerca de R$ 3 mil. A ONG capta apoio de empresas e entidades que financiam o material para a construção da casa. Depois é feita uma seleção, por meio de uma avaliação técnica rigorosa, do local onde as casas serão construídas e quais famílias serão contempladas. As pessoas escolhidas pagam o valor simbólico de R$ 150 pela casa.

O trabalho dos voluntários entra no dia da montagem da casa, que é supervisionada por profissionais especializados da ONG.

Mudança da Responsabilidade Social

Em entrevista para a revista Exame sobre responsabilidade social corporativa, Simon Zadek, principal executivo da ONG AccountAbility, voltada para a promoção da transparência na prestação de contas de empresas, governos e organizações da sociedade civil, aborda a evolução do movimento da responsabilidade social e a transformação das práticas das companhias. Em um dos tópicos, Simon demonstra a preocupação do Presidente da GE durante o ano de 2006, Jeffrey Immelt em alterar a imagem da companhia em frente à sociedade.

EXAME: Como o movimento da responsabilidade social está mudando? Simon Zadek: Há uma evolução clara. Nos anos 80, com o surgimento do movimento ambientalista, as empresas começaram a falar em meio ambiente e a repensar o impacto de seus processos. Nos anos 90, impulsionadas pelas cadeias de negócios globais, elas começaram a se preocupar com aspectos sociais, como a promoção de relações justas de trabalho. Nos últimos anos, esses assuntos convergiram para o conceito da sustentabilidade. Isso ocorreu num momento em que a internet deu à sociedade meios de protestar contra práticas irresponsáveis. O que vemos hoje são companhias mais preocupadas com a prestação de contas, passando de uma abordagem de conformidade para uma abordagem mais estratégica. O movimento da responsabilidade social evoluiu de uma discussão sobre "o que as empresas não devem fazer" para uma discussão sobre "o que as empresas devem fazer".

E o que as empresas devem fazer? O mais importante é integrar práticas ambientais e sociais a seus modelos de negócios. Para algumas companhias, essas práticas deverão tratar de mudanças climáticas, transgênicos ou proteção da biodiversidade. Para outras, poderão estar relacionadas a saúde pública, consumo consciente ou lobby responsável. O assunto varia de empresa para empresa e de setor para setor.

Que empresas já adotaram essa visão? No Brasil, a Natura é um exemplo, porque ela desenhou um novo modelo de negócios com preocupações ambientais e sociais. A British Petroleum está tentando deixar de ser uma empresa de petróleo para oferecer diversas fontes de energia, porque entendeu que a sobrevivência do negócio depende dessa mudança. A Diageo teve de colocar a preocupação com o consumo responsável de bebidas alcoólicas no centro de sua estratégia para conseguir ganhar novos mercados e atrair uma nova geração de consumidores.

O que as empresas mais avançadas têm em comum? Muitas têm marcas que são fortes entre os consumidores ou visíveis para outras empresas. Isso faz com que sejam mais vulneráveis a ataques à sua reputação ou que tenham resultados sempre que conseguem abordar preocupações da sociedade. Também são empresas com líderes que aceitam tomar riscos e percebem que tratar de temas socioambientais poderá colocá-los numa posição de destaque. Jeffrey Immelt, da GE, é um exemplo. Ele está fazendo com que a GE deixe de ser reconhecida apenas pela excelência operacional para ser reconhecida pela forma como transforma aspectos socioambientais em inovação.

Que dificuldades essas companhias enfrentam? Uma dificuldade é conciliar o modelo de negócios atual, baseado no curto prazo, com a criação de um novo modelo para o futuro. Outra é que as pessoas que falam de responsabilidade social muitas vezes não entendem de negócios ou não têm experiência nisso.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A alegria do sorriso!

Os funcionários da GE Celma se uniram para criar o projeto Brincando com VOCE (Voluntários da Celma). Fundado em janeiro de 2007, ele é formado por colaboradores da unidade de Petropólis (RJ) e seus familiares, que se vestem de palhaços e organizam visitas a lares para idosos, creches e hospitais.

“O maior desafio do Brincando com VOCE é manter um grupo motivado e organizado, capaz de repassar os ensinamentos aos novos voluntários, tendo em vista que se trata de um projeto com início, meio e, felizmente, sem fim”, conta Michelle Freitas, líder do projeto.
Todo início de ano, as inscrições para novos voluntários são abertas. As pessoas que têm interesse em participar do Brincando com VOCE recebem treinamentos por meio de cursos e oficinas nas áreas de teatro e arte para capacitação. Hoje, com cinco anos de existência, o projeto soma mais de 2.300 horas de voluntariado e mais de 100 participantes, responsáveis por 51 visitas em cerca de 30 instituições.

Junior Achievement e a GE

Lucas Alvim de Nigris, 15 anos, aprendeu, nos últimos dois meses, como montar uma empresa, detalhes do funcionamento da economia de um país e ainda sobre a estrutura do governo. Ele faz parte de uma das quatro turmas do Instituto Ana Rosa, em São Paulo, que participou do programa Junior Achievement, uma iniciativa que recebe os investimentos da GE Foundation e que aconteceu em diferentes localidades onde a empresa está presente no Brasil.

O projeto tem duração de três meses. No total, ele conta com aproximadamente 170 voluntários da GE que ministram aulas para 40 turmas, com atuação em 03 pilares: educação financeira, empreendedorismo e preparação para o mercado de trabalho, com o objetivo de proporcionar uma perspectiva de futuro para esta nova geração.

Este trabalho beneficiou somente no primeiro semestre de 2012 aproximadamente 800 jovens e adolescentes em três estados. Em Minas Gerais, nas cidades de Contagem e Belo Horizonte; no Estado do Rio de Janeiro, em Macaé, Petrópolis e capital fluminense; e no Estado de São Paulo, em Campinas, Jandira e capital paulista.

Alexandre Alfredo, Diretor de Relações Institucionais da GE, que ministrou uma aula em BH, enfatizou que é muito importante repassar conhecimento para as gerações que estão chegando, e enfatiza que os adolescentes e jovens têm um grande potencial e é nosso papel como cidadãos apoiar estas iniciativas que ajudam a inseri-los no mercado de trabalho.

A Junior Achievement é a mais antiga organização de educação prática em economia e negócios. Criada nos Estados Unidos, em 1919, por Horace Moses e Theodore Vail, presidentes da Strathmore Paper Company e da AT&T, respectivamente. Atualmente, 120 países aplicam seus programas, com a atuação exclusiva de voluntários, beneficiando mais de 10 milhões de jovens por ano. A Junior Achievement é parceira global da GE.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

A participação da GE na Rio+20

A Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, aconteceu entre os dias 13 e 22 de junho na cidade do Rio de Janeiro. Ela foi assim conhecida porque marcou 20 vinte anos da realização da Rio-92, Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento.

Dentre os participantes estiveram representantes dos 193 Estados-membros, ONGs, grupos empresariais, comunidades indígenas, autoridades locais, organizações de agricultores, trabalhadores e sindicatos e da comunidade científica e tecnológica além dos voluntários que participaram diretamente da organização.

 Os principais objetivos da Conferência foram contribuir na definição da agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas e renovar o compromisso político com o desenvolvimento sustentável, por meio da verificação dos progressos e problemas das medidas tomadas pelas principais organizações e nações e do aprofundamento sobre temas emergentes no assunto.

 A GE esteve presente todos os dias da Rio+20 por meio de múltiplos eventos paralelos e oficiais, inclusive com a participação em diversos painéis. Pode-se destacar o Painel Governança da Água, que aconteceu no dia 13 de junho dentro da programação “Humanidade 2012”, organizado pelo sistema Firjan e Fiesp e a Fundação Roberto Marinho, no Forte de Copacabana.

 A apresentação teve seu foco nos avanços tecnológicos para o tratamento de efluentes e reuso da água, em três pontos: situação atual do problema de água no mundo, as soluções existentes para ajudar a resolver esse problema e discussão acerca das políticas públicas para o reuso e conservação desse recurso natural fundamental para a nossa existência.

Essa exposição foi conduzida por Clóvis Eduardo Sarmento Leite, diretor comercial da GE Power & Water para a América Latina, que destacou a extrema importância da oportunidade de participar dos painéis da Rio+20 mostrando como a organização pode ajudar a resolver a questão da escassez de água no mundo e , especificamente no Brasil e na América Latina.