terça-feira, 25 de setembro de 2012

Mãos à obra

Madeira, pregos, martelos, parafusos, corações aquecidos e muita boa vontade foram as principais “ferramentas” usadas pelos 63 empregados voluntários da GE durante a participação em mais uma ação social da ONG Um Teto para meu País – Brasil. Esse grupo de voluntários ajudou, na construção de três casas para famílias de baixa renda, no bairro Colinas, em Osasco (SP).

Este tipo de moradia é emergencial e tem durabilidade de cinco anos. O objetivo é fornecer uma estrutura temporária até que as famílias criem condições de construírem uma casa definitiva. Ela é usada principalmente para socorrer pessoas que perdem casas em situação de catástrofes naturais, como enchentes, furacões e terremotos, e também, para casos onde as famílias moram em situação de risco, como encostas de morros ou em casas sem condições mínimas de habitação.
Exemplo de casa construída pela força do voluntariado.
A ONG Um teto para meu País foi fundada em 1997 por um grupo de universitários, no Chile. No Brasil, ela chegou em 2006. De lá pra cá, já foram construídas 485 casas para famílias de baixa renda nos municípios de Guarulhos, Suzano, São Paulo, Itapeva, Taboão da Serra, São Vicente, Osasco e Carapicuíba. Durante este período, 6 mil voluntários participaram dessas construções.
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Apoio da GE.
A GE no Brasil está apoiando este projeto desde 2009. Este ano, além da força dos voluntários, ela financiou o material de seis moradias. No mesmo final de semana, em que os voluntários trabalharam no bairro Colinas, em Osasco, a ONG Um Teto para meu País, construiu mais três casas no mesmo bairro, com a ajuda de outros voluntários. Para este ano estão previstas mais ações como estas.

“Foram dois dias muito gratificantes. A maior satisfação é ver nosso trabalho contribuindo para melhorar a vida de outras pessoas. De todos os trabalhos voluntários que já participei, esse foi o mais marcante”, disse Alexander Teti Toledo, Gerente de Serviços da GE Healthcare em São Paulo e voluntário da GE.
Como funciona:
As moradias tem um custo médio de cerca de R$ 3 mil. A ONG capta apoio de empresas e entidades que financiam o material para a construção da casa. Depois é feita uma seleção, por meio de uma avaliação técnica rigorosa, do local onde as casas serão construídas e quais famílias serão contempladas. As pessoas escolhidas pagam o valor simbólico de R$ 150 pela casa.

O trabalho dos voluntários entra no dia da montagem da casa, que é supervisionada por profissionais especializados da ONG.

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